O que é um selo verde?
É a maneira que as empresas éticas e sustentáveis encontraram para associar lucratividade, competitividade e produtividade a sustentabilidade. Projetando uma imagem comprometida com o desenvolvimento sustentável.
O Selo projeta a organização preocupada com o meio ambiente, mostrando que que esta gerencia seu passivo ambiental.
A Empresa passa a buscar um novo olhar, com um movimento no comportamento das pessoas que administram as organizações em investir em tecnologias de processos inteligentes, em matérias primas e produtos alternativos, para reduzir de fato os impactos ambientais negativos.
domingo, 26 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
CAMINHADA COM REFLORESTAMENTO
Vamos fazer uma caminhada com refloretamento?
Jaqueline deu a idéia e eu apoiei.
Se você gostou, deixe seu comentário e sua sugestão.
Jaqueline deu a idéia e eu apoiei.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
HOJE É O DIA DO PLANETA TERRA
O que você tem feito pelo Planeta?
Alguma vez você já se questionou sobre isso?
Vamos começar com pequenas atitudes a fazer grandes ações.
Comece deixando uma sugestão para que juntos possamos fazer um Planeta.
Alguma vez você já se questionou sobre isso?
Vamos começar com pequenas atitudes a fazer grandes ações.
Comece deixando uma sugestão para que juntos possamos fazer um Planeta.
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dia do planeta terra
terça-feira, 21 de abril de 2009
DIA DA TERRA
Há 39 anos no dia 22 de abril comemora-se o Dia da Terra, ação que ocorre para despertar um novo pensamento na consciência humana de todo o Planeta, com as questões de preservação e sustentabilidade através de ações cotidianas.
Em 1990 o Brasil uniu-se oficialmente à causa que há 39 anos aconteceu com o protesto em caráter nacional contra a poluição do planeta organizado pelo então o Senador norte-americano Gaylord Nelson. O movimento ganhou ano após ano outros países como adeptos.
Grande parte dos 510,3 milhões de m2 do planeta Terra está sendo destruída pela espécie humana, que é inconsequente com o uso de seus recursos. O importante desse movimento e repensarmos algumas atitudes que se modificadas estarão mudando o destino do Planeta.
Para mantermos o equilíbrio da Terra é necessário ter consciência do que cada um deve fazer sua parte sem necessariamente esperar o outro estar fazendo a dele. Se os recursos naturais essenciais para a sobrevivência humana forem esgotados, não haverá maneira de repô-los. O pensamento global deve implantar as iniciativas locais e pessoais para que cada um comece a atuar por essa causa.
Visite o site:http://www.nasa.gov/ntv. e veja a terra fotografada pela ISS.
Em 1990 o Brasil uniu-se oficialmente à causa que há 39 anos aconteceu com o protesto em caráter nacional contra a poluição do planeta organizado pelo então o Senador norte-americano Gaylord Nelson. O movimento ganhou ano após ano outros países como adeptos.
Grande parte dos 510,3 milhões de m2 do planeta Terra está sendo destruída pela espécie humana, que é inconsequente com o uso de seus recursos. O importante desse movimento e repensarmos algumas atitudes que se modificadas estarão mudando o destino do Planeta.
Para mantermos o equilíbrio da Terra é necessário ter consciência do que cada um deve fazer sua parte sem necessariamente esperar o outro estar fazendo a dele. Se os recursos naturais essenciais para a sobrevivência humana forem esgotados, não haverá maneira de repô-los. O pensamento global deve implantar as iniciativas locais e pessoais para que cada um comece a atuar por essa causa.
Visite o site:http://www.nasa.gov/ntv. e veja a terra fotografada pela ISS.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
PEGADAS DE CARBONO
As pegadas de carbono medem a quantidade de CO2 que produzimos em nosso cotidiano.
Elas registram as informações de quanto dióxido de carbono (CO2) nós enviamos, como locomoçao de carro ou de coletivos, vôos para fora da cidade, tudo o que utiliza combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles emitem Gases do Efeito Estufa (GEE), como o CO2, que contribuem para o aquecimento global.
Do CO2 atmosférico, 98% vem da queima de combustíveis fósseis [fonte: Administração de Informações de Energia - em inglês].
Podemos reduzir nossas emissões de carbono quando aumentamos a eficiência energética de nossas casas. Reduzir e aproveitar ao máximo o uso dos aparelhos domésticos, adquir eletrodomésticos que estejam com selo PROCEL, utilizar a máquina de lavar com sua capacidade máxima, desligar impressora, monitores e outros aparelhos que estejam standby, adquirir lâmpadas econômicas. Organize sua vizinhança para reciclar o alumínio, aço, vidro e outros que possam agredir o ambiente, e sempre que possível reutilize sacolas plásticas, embalagens. Adquira embalagens retornáveis. Ao fazer trajetos pequenos, faça-o a pé, ou vá de bicicleta, assim além de fazer exercícios físicos estará diminuindo as suas pegadas de carbono.
conta própria.
Visite este site e calcule suas pegadas
http://www.soscarbono.com.br/
Elas registram as informações de quanto dióxido de carbono (CO2) nós enviamos, como locomoçao de carro ou de coletivos, vôos para fora da cidade, tudo o que utiliza combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles emitem Gases do Efeito Estufa (GEE), como o CO2, que contribuem para o aquecimento global.
Do CO2 atmosférico, 98% vem da queima de combustíveis fósseis [fonte: Administração de Informações de Energia - em inglês].
Podemos reduzir nossas emissões de carbono quando aumentamos a eficiência energética de nossas casas. Reduzir e aproveitar ao máximo o uso dos aparelhos domésticos, adquir eletrodomésticos que estejam com selo PROCEL, utilizar a máquina de lavar com sua capacidade máxima, desligar impressora, monitores e outros aparelhos que estejam standby, adquirir lâmpadas econômicas. Organize sua vizinhança para reciclar o alumínio, aço, vidro e outros que possam agredir o ambiente, e sempre que possível reutilize sacolas plásticas, embalagens. Adquira embalagens retornáveis. Ao fazer trajetos pequenos, faça-o a pé, ou vá de bicicleta, assim além de fazer exercícios físicos estará diminuindo as suas pegadas de carbono.
conta própria.
Visite este site e calcule suas pegadas
http://www.soscarbono.com.br/
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Pegadas de Carbono
domingo, 22 de março de 2009
DIA MUNDIAL DA ÁGUA
Hoje é o dia mundial da ÁGUA e nós podemos transformar o Planeta. Convido você para uma meditação durante a semana que se inicia. São atitudes simples e fáceis que podem transformar o nosso ambiente.
Vamos avaliar algumas dessas:
• Plantando qualquer tipo de vegetação, seja ela qual for, você estará auxiliando a água a infiltrar-se no solo e ir para os lençóis subterrâneos, além disso, a vegetação absorve gás carbônico, um dos gases que causa o efeito estufa;
• Observe se há algum tipo de vazamento de água em sua torneira, chuveiro ou descarga. Um conserto simples fará uma grande diferença;
• Você mora em casa com telhado? Coloque calhas a sua volta. Compre uma cisterna de fibra que já vem pronta para ser usada e comece a usar a água que cai do céu e é de graça;
• Pense se é necessário ficar com o chuveiro aberto tanto tempo;
• Enquanto escova os dentes, feche a torneira;
• Aproveite a água da lavagem e enxágue da roupa, para lavar calçadas, carro ou molhar a rua.
Vamos avaliar algumas dessas:
• Plantando qualquer tipo de vegetação, seja ela qual for, você estará auxiliando a água a infiltrar-se no solo e ir para os lençóis subterrâneos, além disso, a vegetação absorve gás carbônico, um dos gases que causa o efeito estufa;
• Observe se há algum tipo de vazamento de água em sua torneira, chuveiro ou descarga. Um conserto simples fará uma grande diferença;
• Você mora em casa com telhado? Coloque calhas a sua volta. Compre uma cisterna de fibra que já vem pronta para ser usada e comece a usar a água que cai do céu e é de graça;
• Pense se é necessário ficar com o chuveiro aberto tanto tempo;
• Enquanto escova os dentes, feche a torneira;
• Aproveite a água da lavagem e enxágue da roupa, para lavar calçadas, carro ou molhar a rua.
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quarta-feira, 18 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Reduzir, Reuzar e Reciclar
REDUZIR - Ontem Diego nos deu uma excelente notícia, economizamos duas resmas de papel esse mês,isso se deve ao constante trabalho da equipe que está revisando os documentos antes de serem impressos. Vocês são dez. Vocês estão diminuindo as suas pegadas de carbono.
REUTILIZAR – Jaqueline foi comigo ao depósito e estamos fazendo um levantamento do que está lá e pode ser reutilizado por nós ou por outros, após essa analise iremos direcionar o que não está sendo útil no momento.
RECICLAR – Hoje entregamos cinco sacos de 50 litros cheios de papel fragmentado à Ana Sobral, para que ela venha a usar em seu projeto com os egressos. Estive também fazendo uma visita à creche e conversei com a Diretora Sra. Kátia, ficamos de agendar um encontro para podermos firmar uma parceria educacional com o papel fragmentado, que pode ser utilizado pelas crianças da creche para fazer a reciclagem do papel.
REUTILIZAR – Jaqueline foi comigo ao depósito e estamos fazendo um levantamento do que está lá e pode ser reutilizado por nós ou por outros, após essa analise iremos direcionar o que não está sendo útil no momento.
RECICLAR – Hoje entregamos cinco sacos de 50 litros cheios de papel fragmentado à Ana Sobral, para que ela venha a usar em seu projeto com os egressos. Estive também fazendo uma visita à creche e conversei com a Diretora Sra. Kátia, ficamos de agendar um encontro para podermos firmar uma parceria educacional com o papel fragmentado, que pode ser utilizado pelas crianças da creche para fazer a reciclagem do papel.
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terça-feira, 10 de março de 2009
DICAS IMPORTANTES PARA USAR NO ESCRITÓRIO
Reduza, Reutilize, Recicle!
Dicas importantes para implantar no escritório
Enviem amostras de seus trabalhos como portfólios para empresas em uma caixa de papel reciclado artesanal. Além disso, presenteia quem recebe o pacote com folhas de papel reciclado. O objetivo é disseminar a idéia de usar este tipo de papel. A primeira folha contém dicas de como utilizar papel no escritório. Abaixo segue a transcrição dessas dicas:
O que é reciclagem? É a atividade de recuperação de materiais que foram descartados, podendo ser transformados novamente em matéria prima para a fabricação de um novo produto.
Qual a importância da reciclagem? Evita-se que esse material vire lixo, portanto: - Não é jogado em aterros e lixões;
- Não contamina o solo e as águas;
- Ajuda na limpeza e higiene das cidades;
- Retarda a escassez de matérias primas básicas;
- Economiza energia elétrica;
- Proporciona geração de riqueza;
- Propicia a geração de inúmeros empregos.
Reduza o uso de papel:
- Revise texto no computador antes de imprimir;
- Não aceite folhetos na rua ou no carro, se não forem do seu interesse;
- Faça apenas o número necessário de fotocópias.
Reutilize:
- Use as duas faces das folhas de papel para escrever, imprimir e fazer fotocópias;
- Reaproveite envelopes, sacolas, papéis de embrulho, saquinhos e embalagens.
Recicle:
- Não deixe o papel usado na mesma lixeira do cafezinho, nem misture com restos de comida;
- Desmonte caixas e embalagens que serão descartadas;
- Não amasse papel. Rasgue ou dobre as folhas para fazer menos volume e facilitar a reciclagem.
Destine corretamente:
- Informe-se na prefeitura sobre o que está sendo feito a respeito da coleta seletiva e reciclagem do lixo. Havendo omissão, critique e denuncie;
- Os catadores são os maiores responsáveis pelo material recuperado que se transforma em matéria-prima para as indústrias recicladoras no país;
- Entidades assistenciais costumam comercializar papel e podem ficar interessados pelo seu material;
- Sucateiros são uma boa opção para um volume um pouco maior de resíduos;
- Pode ser introduzido um sistema de coleta seletiva em lugares onde haja grande produção de papel.
Valorize os reciclados. Produtos similares aos que são feitos com matéria prima virgem merecem nossa atenção. Valorize e considere com carinho a aquisição de produtos reciclados.
É importante o ganho de imagem de empresas com gestão ambiental, entrando em um seleto grupo de organizações que têm uma boa visibilidade junto a importantes formadores de opinião que valorizam o desenvolvimento sustentável. Os benefícios poderão ser: vendas, fidelidade do cliente, lucro, imagem, reputação, que alavanca vendas; valor das ações, menores taxas de juros, etc.
Educação e vontade política são palavras-chave, mas enquanto isso não ocorre, dependemos da disseminação da idéia para um número cada vez maior de pessoas. A partir do momento em que setores da sociedade passam a contribuir com ações e propostas, novas posturas vão surgindo.
Participe!
Dicas importantes para implantar no escritório
Enviem amostras de seus trabalhos como portfólios para empresas em uma caixa de papel reciclado artesanal. Além disso, presenteia quem recebe o pacote com folhas de papel reciclado. O objetivo é disseminar a idéia de usar este tipo de papel. A primeira folha contém dicas de como utilizar papel no escritório. Abaixo segue a transcrição dessas dicas:
O que é reciclagem? É a atividade de recuperação de materiais que foram descartados, podendo ser transformados novamente em matéria prima para a fabricação de um novo produto.
Qual a importância da reciclagem? Evita-se que esse material vire lixo, portanto: - Não é jogado em aterros e lixões;
- Não contamina o solo e as águas;
- Ajuda na limpeza e higiene das cidades;
- Retarda a escassez de matérias primas básicas;
- Economiza energia elétrica;
- Proporciona geração de riqueza;
- Propicia a geração de inúmeros empregos.
Reduza o uso de papel:
- Revise texto no computador antes de imprimir;
- Não aceite folhetos na rua ou no carro, se não forem do seu interesse;
- Faça apenas o número necessário de fotocópias.
Reutilize:
- Use as duas faces das folhas de papel para escrever, imprimir e fazer fotocópias;
- Reaproveite envelopes, sacolas, papéis de embrulho, saquinhos e embalagens.
Recicle:
- Não deixe o papel usado na mesma lixeira do cafezinho, nem misture com restos de comida;
- Desmonte caixas e embalagens que serão descartadas;
- Não amasse papel. Rasgue ou dobre as folhas para fazer menos volume e facilitar a reciclagem.
Destine corretamente:
- Informe-se na prefeitura sobre o que está sendo feito a respeito da coleta seletiva e reciclagem do lixo. Havendo omissão, critique e denuncie;
- Os catadores são os maiores responsáveis pelo material recuperado que se transforma em matéria-prima para as indústrias recicladoras no país;
- Entidades assistenciais costumam comercializar papel e podem ficar interessados pelo seu material;
- Sucateiros são uma boa opção para um volume um pouco maior de resíduos;
- Pode ser introduzido um sistema de coleta seletiva em lugares onde haja grande produção de papel.
Valorize os reciclados. Produtos similares aos que são feitos com matéria prima virgem merecem nossa atenção. Valorize e considere com carinho a aquisição de produtos reciclados.
É importante o ganho de imagem de empresas com gestão ambiental, entrando em um seleto grupo de organizações que têm uma boa visibilidade junto a importantes formadores de opinião que valorizam o desenvolvimento sustentável. Os benefícios poderão ser: vendas, fidelidade do cliente, lucro, imagem, reputação, que alavanca vendas; valor das ações, menores taxas de juros, etc.
Educação e vontade política são palavras-chave, mas enquanto isso não ocorre, dependemos da disseminação da idéia para um número cada vez maior de pessoas. A partir do momento em que setores da sociedade passam a contribuir com ações e propostas, novas posturas vão surgindo.
Participe!
Agradecimentos
Estamos indo para o quarto mês de implantação do programa de Sustentabilidade no Grupo Mattos e Mattos e está sendo de grande satisfação ver que diversas pessoas da equipe se envolveram com o projeto, aproveito esse espaço para agradecer publicamente a esse grupo que observo estar sem medir esforços para que a nossa idéia aconteça. Algumas pessoas como o Diego e a Jaqueline, se destacam pelas idéias criativas que apresentam como, a de incentivar os clientes a pedirem seus laudos via e-mail e junto com esses laudos enviam um convite para que eles visitem o blog, incentivando aos clientes a criarem hábitos sutentáveis, Jaqueline também tem me auxiliado a mexer com as contas de Luz, pois queremos ver se conseguimos diminuir o consumo de energia elétrica e assim diminuir as nossas pegadas de carbono, também quero agradecer ao Marcos que junto com Izabel, Cláudia e Tatiana, estão implantando a 5S, que é um grande auxiliador na estruturação da sustentabilidade. A Elizabeth que me enviou artigos interessantes que foram colocados no blog, muito obrigado, A Cláudia que já chegou arrumando a casa muito obrigada também.
Se esqueci de alguém me desculpem e parabéns a todos.
Se esqueci de alguém me desculpem e parabéns a todos.
terça-feira, 3 de março de 2009
OS EMPREGOS VERDES
Tatiana Gianini
Revista Exame - 05/02/2009
O presidente Barack Obama está disposto a limpar dos Estados Unidos a imagem de vilão ambiental. Nas últimas semanas, Obama destinou mais de 50 bilhões de dólares para estimular a geração de energia limpa e fixou limites mais rígidos para a emissão de gases poluentes por parte da indústria automobilística. Um dos mais influentes ambientalistas do mundo, o americano Lester Brown, presidente da ONG Earth Policy Institute, falou a EXAME sobre o impacto econômico das medidas.
Qual sua avaliação sobre as primeiras medidas de Barack Obama na área ambiental?
É positiva. Além de medidas como controles mais rigorosos de emissão de poluentes, Obama trouxe para sua equipe pessoas comprometidas com a questão do aquecimento global. Uma delas é o físico John Holdren, professor de política ambiental de Harvard, que foi nomeado conselheiro científico do governo.
A política ambiental de Obama é boa para a economia americana?
O país precisa de novos postos de trabalho e o presidente está investindo na criação de "empregos verdes”, fortalecendo a economia com o desenvolvimento de fontes renováveis de energia. Dessa forma, nos próximos meses, vão surgir muitas novas ocupações em setores como o da indústria de energia eólica.
Quais setores podem perder com a nova orientação?
Uma das indústrias que serão afetadas é a de carvão. Hoje, há um movimento nos Estados Unidos de parar com a construção de usinas termelétricas. Outro indicador interessante é que um número grande de firmas de investimentos de Wall Street já rebaixou as ações das empresas ligadas ao setor.
Obama poderá realmente mudar a mentalidade dos americanos em relação ao consumo de petróleo?
A crise global vai acelerar o processo de conscientização. Obama tem deixado claro que, se houver um rompimento sério no fornecimento de petróleo em razão de uma revolução na Arábia Saudita, a economia americana poderá desacelerar ainda mais.
Mas a crise global tem provocado queda no preço do petróleo. Isso não pode desestimular o uso de energias limpas?
O preço baixo do petróleo não é garantido para sempre. Os especialistas já argumentam que a cotação do barril nos próximos anos pode chegar a valores ainda mais altos do que na metade do ano passado, quando atingiu 140 dólares.
O senhor acredita que o etanol brasileiro pode ser beneficiado com a nova política energética americana?
O Brasil já exporta etanol para os Estados Unidos e com a nova política pode ocorrer um aumento no volume de vendas. Mas não acho que os Estados Unidos utilizarão o etanol na mesma escala que o Brasil. Há outras fontes energéticas que parecem muito mais promissoras para a economia americana, como a eólica.
A recessão pode ajudar a reduzir o problema do aquecimento global?
A desaceleração dos negócios no mundo está claramente provocando uma redução substancial no uso de energia e, consequentemente, na emissão de gases poluentes. Mas o colapso da economia não é a solução para o aquecimento. Precisamos reestruturar a cadeia de produção global de energia para reduzir a emissão de gases poluentes de modo que não crie muito sofrimento econômico.
O presidente Barack Obama está disposto a limpar dos Estados Unidos a imagem de vilão ambiental. Nas últimas semanas, Obama destinou mais de 50 bilhões de dólares para estimular a geração de energia limpa e fixou limites mais rígidos para a emissão de gases poluentes por parte da indústria automobilística. Um dos mais influentes ambientalistas do mundo, o americano Lester Brown, presidente da ONG Earth Policy Institute, falou a EXAME sobre o impacto econômico das medidas.
Qual sua avaliação sobre as primeiras medidas de Barack Obama na área ambiental?
É positiva. Além de medidas como controles mais rigorosos de emissão de poluentes, Obama trouxe para sua equipe pessoas comprometidas com a questão do aquecimento global. Uma delas é o físico John Holdren, professor de política ambiental de Harvard, que foi nomeado conselheiro científico do governo.
A política ambiental de Obama é boa para a economia americana?
O país precisa de novos postos de trabalho e o presidente está investindo na criação de "empregos verdes”, fortalecendo a economia com o desenvolvimento de fontes renováveis de energia. Dessa forma, nos próximos meses, vão surgir muitas novas ocupações em setores como o da indústria de energia eólica.
Quais setores podem perder com a nova orientação?
Uma das indústrias que serão afetadas é a de carvão. Hoje, há um movimento nos Estados Unidos de parar com a construção de usinas termelétricas. Outro indicador interessante é que um número grande de firmas de investimentos de Wall Street já rebaixou as ações das empresas ligadas ao setor.
Obama poderá realmente mudar a mentalidade dos americanos em relação ao consumo de petróleo?
A crise global vai acelerar o processo de conscientização. Obama tem deixado claro que, se houver um rompimento sério no fornecimento de petróleo em razão de uma revolução na Arábia Saudita, a economia americana poderá desacelerar ainda mais.
Mas a crise global tem provocado queda no preço do petróleo. Isso não pode desestimular o uso de energias limpas?
O preço baixo do petróleo não é garantido para sempre. Os especialistas já argumentam que a cotação do barril nos próximos anos pode chegar a valores ainda mais altos do que na metade do ano passado, quando atingiu 140 dólares.
O senhor acredita que o etanol brasileiro pode ser beneficiado com a nova política energética americana?
O Brasil já exporta etanol para os Estados Unidos e com a nova política pode ocorrer um aumento no volume de vendas. Mas não acho que os Estados Unidos utilizarão o etanol na mesma escala que o Brasil. Há outras fontes energéticas que parecem muito mais promissoras para a economia americana, como a eólica.
A recessão pode ajudar a reduzir o problema do aquecimento global?
A desaceleração dos negócios no mundo está claramente provocando uma redução substancial no uso de energia e, consequentemente, na emissão de gases poluentes. Mas o colapso da economia não é a solução para o aquecimento. Precisamos reestruturar a cadeia de produção global de energia para reduzir a emissão de gases poluentes de modo que não crie muito sofrimento econômico.
Revista Exame - 05/02/2009
O presidente Barack Obama está disposto a limpar dos Estados Unidos a imagem de vilão ambiental. Nas últimas semanas, Obama destinou mais de 50 bilhões de dólares para estimular a geração de energia limpa e fixou limites mais rígidos para a emissão de gases poluentes por parte da indústria automobilística. Um dos mais influentes ambientalistas do mundo, o americano Lester Brown, presidente da ONG Earth Policy Institute, falou a EXAME sobre o impacto econômico das medidas.
Qual sua avaliação sobre as primeiras medidas de Barack Obama na área ambiental?
É positiva. Além de medidas como controles mais rigorosos de emissão de poluentes, Obama trouxe para sua equipe pessoas comprometidas com a questão do aquecimento global. Uma delas é o físico John Holdren, professor de política ambiental de Harvard, que foi nomeado conselheiro científico do governo.
A política ambiental de Obama é boa para a economia americana?
O país precisa de novos postos de trabalho e o presidente está investindo na criação de "empregos verdes”, fortalecendo a economia com o desenvolvimento de fontes renováveis de energia. Dessa forma, nos próximos meses, vão surgir muitas novas ocupações em setores como o da indústria de energia eólica.
Quais setores podem perder com a nova orientação?
Uma das indústrias que serão afetadas é a de carvão. Hoje, há um movimento nos Estados Unidos de parar com a construção de usinas termelétricas. Outro indicador interessante é que um número grande de firmas de investimentos de Wall Street já rebaixou as ações das empresas ligadas ao setor.
Obama poderá realmente mudar a mentalidade dos americanos em relação ao consumo de petróleo?
A crise global vai acelerar o processo de conscientização. Obama tem deixado claro que, se houver um rompimento sério no fornecimento de petróleo em razão de uma revolução na Arábia Saudita, a economia americana poderá desacelerar ainda mais.
Mas a crise global tem provocado queda no preço do petróleo. Isso não pode desestimular o uso de energias limpas?
O preço baixo do petróleo não é garantido para sempre. Os especialistas já argumentam que a cotação do barril nos próximos anos pode chegar a valores ainda mais altos do que na metade do ano passado, quando atingiu 140 dólares.
O senhor acredita que o etanol brasileiro pode ser beneficiado com a nova política energética americana?
O Brasil já exporta etanol para os Estados Unidos e com a nova política pode ocorrer um aumento no volume de vendas. Mas não acho que os Estados Unidos utilizarão o etanol na mesma escala que o Brasil. Há outras fontes energéticas que parecem muito mais promissoras para a economia americana, como a eólica.
A recessão pode ajudar a reduzir o problema do aquecimento global?
A desaceleração dos negócios no mundo está claramente provocando uma redução substancial no uso de energia e, consequentemente, na emissão de gases poluentes. Mas o colapso da economia não é a solução para o aquecimento. Precisamos reestruturar a cadeia de produção global de energia para reduzir a emissão de gases poluentes de modo que não crie muito sofrimento econômico.
O presidente Barack Obama está disposto a limpar dos Estados Unidos a imagem de vilão ambiental. Nas últimas semanas, Obama destinou mais de 50 bilhões de dólares para estimular a geração de energia limpa e fixou limites mais rígidos para a emissão de gases poluentes por parte da indústria automobilística. Um dos mais influentes ambientalistas do mundo, o americano Lester Brown, presidente da ONG Earth Policy Institute, falou a EXAME sobre o impacto econômico das medidas.
Qual sua avaliação sobre as primeiras medidas de Barack Obama na área ambiental?
É positiva. Além de medidas como controles mais rigorosos de emissão de poluentes, Obama trouxe para sua equipe pessoas comprometidas com a questão do aquecimento global. Uma delas é o físico John Holdren, professor de política ambiental de Harvard, que foi nomeado conselheiro científico do governo.
A política ambiental de Obama é boa para a economia americana?
O país precisa de novos postos de trabalho e o presidente está investindo na criação de "empregos verdes”, fortalecendo a economia com o desenvolvimento de fontes renováveis de energia. Dessa forma, nos próximos meses, vão surgir muitas novas ocupações em setores como o da indústria de energia eólica.
Quais setores podem perder com a nova orientação?
Uma das indústrias que serão afetadas é a de carvão. Hoje, há um movimento nos Estados Unidos de parar com a construção de usinas termelétricas. Outro indicador interessante é que um número grande de firmas de investimentos de Wall Street já rebaixou as ações das empresas ligadas ao setor.
Obama poderá realmente mudar a mentalidade dos americanos em relação ao consumo de petróleo?
A crise global vai acelerar o processo de conscientização. Obama tem deixado claro que, se houver um rompimento sério no fornecimento de petróleo em razão de uma revolução na Arábia Saudita, a economia americana poderá desacelerar ainda mais.
Mas a crise global tem provocado queda no preço do petróleo. Isso não pode desestimular o uso de energias limpas?
O preço baixo do petróleo não é garantido para sempre. Os especialistas já argumentam que a cotação do barril nos próximos anos pode chegar a valores ainda mais altos do que na metade do ano passado, quando atingiu 140 dólares.
O senhor acredita que o etanol brasileiro pode ser beneficiado com a nova política energética americana?
O Brasil já exporta etanol para os Estados Unidos e com a nova política pode ocorrer um aumento no volume de vendas. Mas não acho que os Estados Unidos utilizarão o etanol na mesma escala que o Brasil. Há outras fontes energéticas que parecem muito mais promissoras para a economia americana, como a eólica.
A recessão pode ajudar a reduzir o problema do aquecimento global?
A desaceleração dos negócios no mundo está claramente provocando uma redução substancial no uso de energia e, consequentemente, na emissão de gases poluentes. Mas o colapso da economia não é a solução para o aquecimento. Precisamos reestruturar a cadeia de produção global de energia para reduzir a emissão de gases poluentes de modo que não crie muito sofrimento econômico.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Preparativos para Copenhague
Em Dezembro deste ano, o mundo tem o compromisso de definir uma agenda global para as questões do clima, que vai suceder o Protocolo de Kyoto – com término marcado para 2012. As discussões sobre as metas de redução de carbono e as obrigações de cada país nesta empreitada começaram na 13ª COP – Conferência das Partes – da ONU, em Bali (Indonésia) e tiveram sequência no final do ano passado, em Poznan (Polônia). Durante este ano, uma série de reuniões menores devem dar continuidade ao assunto para que a 15ª COP, em Copenhague (Dinamarca), não seja em vão.Na semana passada, o setor industrial se encontrou na capital dinamarquesa para debater sobre os novos parâmetros financeiros da economia de baixo carbono. A convocação foi feita pela Confederação das Indústrias da Dinamarca e pela Business Europe e reuniu 15 confederações nacionais de indústrias – dos EUA, Canadá, União Européia, Japão, Índia, China, Brasil, África do Sul e Quênia.Segundo reportagem da edição impressa do jornal Valor Econômico, do dia 19 de fevereiro, entre os assuntos em pauta, estiveram:- a crise econômica;- a possibilidade de taxar as importações pelas emissões de carbono e- as preocupações sobre a postura dos Estados Unidos e da China – maiores emissores histórico e atual, respectivamente.Ainda de acordo com a reportagem, o tema da transferência de tecnologia limpa é o que menos avança.De 10 a 12 de março é a vez de a comunidade científica realizar seu encontro pré-15ª COP, organizado pela Universidade de Copenhague. O objetivo é fazer uma síntese do conhecimento científico e das tecnologias já existentes ou em desenvolvimento que possam ser utilizados na mitigação das emissões de carbono e nas estratégias de adaptação às mudanças climáticas.
Fonte: Planeta Sustentável
Em Dezembro deste ano, o mundo tem o compromisso de definir uma agenda global para as questões do clima, que vai suceder o Protocolo de Kyoto – com término marcado para 2012. As discussões sobre as metas de redução de carbono e as obrigações de cada país nesta empreitada começaram na 13ª COP – Conferência das Partes – da ONU, em Bali (Indonésia) e tiveram sequência no final do ano passado, em Poznan (Polônia). Durante este ano, uma série de reuniões menores devem dar continuidade ao assunto para que a 15ª COP, em Copenhague (Dinamarca), não seja em vão.Na semana passada, o setor industrial se encontrou na capital dinamarquesa para debater sobre os novos parâmetros financeiros da economia de baixo carbono. A convocação foi feita pela Confederação das Indústrias da Dinamarca e pela Business Europe e reuniu 15 confederações nacionais de indústrias – dos EUA, Canadá, União Européia, Japão, Índia, China, Brasil, África do Sul e Quênia.Segundo reportagem da edição impressa do jornal Valor Econômico, do dia 19 de fevereiro, entre os assuntos em pauta, estiveram:- a crise econômica;- a possibilidade de taxar as importações pelas emissões de carbono e- as preocupações sobre a postura dos Estados Unidos e da China – maiores emissores histórico e atual, respectivamente.Ainda de acordo com a reportagem, o tema da transferência de tecnologia limpa é o que menos avança.De 10 a 12 de março é a vez de a comunidade científica realizar seu encontro pré-15ª COP, organizado pela Universidade de Copenhague. O objetivo é fazer uma síntese do conhecimento científico e das tecnologias já existentes ou em desenvolvimento que possam ser utilizados na mitigação das emissões de carbono e nas estratégias de adaptação às mudanças climáticas.
Fonte: Planeta Sustentável
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
DICAS PARA SER SUSTENTÁVEL
Você está comprometido em ajudar o Planeta?
Selecionamos algumas dicas para amenizar o impacto que causamos.
È só cada um fazer a sua parte no combate ao aquecimento global, que iremos reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.
1- Use tijolo de solo-cimento (Ecológico) O processo de secagem ao sol confere a este produto o título de tijolo ecológico. Sem precisar ir ao forno, o uso deste tijolo em construções de casas médias poupam a queima de 60 árvores. Apesar do preço do milheiro do ecológico ser superior ao tijolo tradicional ainda é compensador devido a redução de gastos com cimento, madeira e, em muitos casos, massa corrida.
2- Use madeira com certificação de origem Compre apenas madeira com o selo que confere ao produto a extração sem a degradação de solo e o ambiente do local onde foi retirada. Em média este tipo de madeira custa 15% mais do que a madeira sem certificação de origem. Vale lembrar que não há diferença entre os dois tipos de madeira em termos de qualidade. Na hora de construir ou reformar
3- Tenha um sistema de energia solar para aquecer a água A instalação de um sistema de energia solar numa residência possibilita a redução de pelo menos 30% de energia elétrica. Em média, o investimento neste tipo de equipamento é recuperado em dois anos de economia na conta de luz .
4- Instale um sistema de captação de água de chuva A captação de água da chuva pode ser o seu maior aliado no futuro, cujas previsões são sombrias para o abastecimento de água. Outra vantagem é a economia na conta de água.
5- Instale uma estação doméstica de tratamento de esgoto Este tipo de estação permite a reutilização da água para tarefas que não exijam água límpida como é o caso de limpeza do quintal e lavagem de veículos. A estação é um tipo de sistema mais caro se comparado com o de captação de água da chuva. De acordo com os especialistas, se tiver que escolher, escolha o que armazena água da chuva. No dia-a-dia
6- Use lâmpada fluorescente Além de durar 10 vezes mais que uma lâmpada incandescente, a fluorescente consome 80% menos energia. Apesar de custar em torno de seis vezes mais que uma lâmpada comum, ainda compensa devido a sua alta durabilidade.
7- Feche a torneira ao lavar a louça A recomendação é ensaboar toda a louça primeiro e somente abrir a torneira para enxaguá-la. Saiba que 15 minutos de torneira aberta corresponde a mais de 240 litros de água. A mesma economia também pode ocorrer com o fechamento da torneira ao escovar os dentes e ensaboar o corpo no hora do banho. Outra dica é instalar arejadores nas torneiras da cozinha e dos banheiros, são baratos e podem gerar uma economia de 60%.
8 - Separe o lixo orgânico do reciclável Na cozinha, vale ter dois lixos, uma para depositar os restos de comidas e outra para o lixo que não é lixo como plásticos, papéis, metais e vidros. Esta simples atitude reduz a sobrecarga nos aterros sanitários além de reduzir o consumo de matéria-prima nas indústrias.
9- Use sacolas retornáveis na hora das compras Leve a sua própria embalagem de casa. Não traga para sua casa sacolas plásticas do supermercados ou feiras.
10- Dê preferência a eletrodomésticos com selo Procel O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) foi criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher produtos que oferecem alta eficiência energética.
11- Prefira produtos naturais Todo produto industrializado exige , em sua fabricação, o consumo de grandes quantidades de energia. Isto implica na emissão de toneladas de CO2 na atmosfera. Pense nisso.
12 - Plante árvores e plantas As árvores tem o poder de "sequestrar" o carbono da atmosfera. Plante quantas unidades puder seja no quintal de sua casa, em vasos, na praça próxima de sua casa ou trabalho.
Selecionamos algumas dicas para amenizar o impacto que causamos.
È só cada um fazer a sua parte no combate ao aquecimento global, que iremos reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.
1- Use tijolo de solo-cimento (Ecológico) O processo de secagem ao sol confere a este produto o título de tijolo ecológico. Sem precisar ir ao forno, o uso deste tijolo em construções de casas médias poupam a queima de 60 árvores. Apesar do preço do milheiro do ecológico ser superior ao tijolo tradicional ainda é compensador devido a redução de gastos com cimento, madeira e, em muitos casos, massa corrida.
2- Use madeira com certificação de origem Compre apenas madeira com o selo que confere ao produto a extração sem a degradação de solo e o ambiente do local onde foi retirada. Em média este tipo de madeira custa 15% mais do que a madeira sem certificação de origem. Vale lembrar que não há diferença entre os dois tipos de madeira em termos de qualidade. Na hora de construir ou reformar
3- Tenha um sistema de energia solar para aquecer a água A instalação de um sistema de energia solar numa residência possibilita a redução de pelo menos 30% de energia elétrica. Em média, o investimento neste tipo de equipamento é recuperado em dois anos de economia na conta de luz .
4- Instale um sistema de captação de água de chuva A captação de água da chuva pode ser o seu maior aliado no futuro, cujas previsões são sombrias para o abastecimento de água. Outra vantagem é a economia na conta de água.
5- Instale uma estação doméstica de tratamento de esgoto Este tipo de estação permite a reutilização da água para tarefas que não exijam água límpida como é o caso de limpeza do quintal e lavagem de veículos. A estação é um tipo de sistema mais caro se comparado com o de captação de água da chuva. De acordo com os especialistas, se tiver que escolher, escolha o que armazena água da chuva. No dia-a-dia
6- Use lâmpada fluorescente Além de durar 10 vezes mais que uma lâmpada incandescente, a fluorescente consome 80% menos energia. Apesar de custar em torno de seis vezes mais que uma lâmpada comum, ainda compensa devido a sua alta durabilidade.
7- Feche a torneira ao lavar a louça A recomendação é ensaboar toda a louça primeiro e somente abrir a torneira para enxaguá-la. Saiba que 15 minutos de torneira aberta corresponde a mais de 240 litros de água. A mesma economia também pode ocorrer com o fechamento da torneira ao escovar os dentes e ensaboar o corpo no hora do banho. Outra dica é instalar arejadores nas torneiras da cozinha e dos banheiros, são baratos e podem gerar uma economia de 60%.
8 - Separe o lixo orgânico do reciclável Na cozinha, vale ter dois lixos, uma para depositar os restos de comidas e outra para o lixo que não é lixo como plásticos, papéis, metais e vidros. Esta simples atitude reduz a sobrecarga nos aterros sanitários além de reduzir o consumo de matéria-prima nas indústrias.
9- Use sacolas retornáveis na hora das compras Leve a sua própria embalagem de casa. Não traga para sua casa sacolas plásticas do supermercados ou feiras.
10- Dê preferência a eletrodomésticos com selo Procel O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) foi criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher produtos que oferecem alta eficiência energética.
11- Prefira produtos naturais Todo produto industrializado exige , em sua fabricação, o consumo de grandes quantidades de energia. Isto implica na emissão de toneladas de CO2 na atmosfera. Pense nisso.
12 - Plante árvores e plantas As árvores tem o poder de "sequestrar" o carbono da atmosfera. Plante quantas unidades puder seja no quintal de sua casa, em vasos, na praça próxima de sua casa ou trabalho.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O planeta está ameaçado pela poluição
A sujeira se acumula no Lixão do Pacífico
Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o Lixão do Pacífico. Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem, se acumulam num lugar que já foi um paraíso. Um oceano de plástico, uma sopa intragável, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí e que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. É o Pacífico, o maior dos oceanos, agredido pela humanidade onde a humanidade raramente chega. Há plástico e plâncton, lixo e alimento, tudo misturado. Poluindo o paraíso, confundindo as aves, criando anomalias - como a tartaruga que cresceu com um anel de plástico em volta do casco - e matando os moradores do mar. Mas qual será afinal o tamanho exato gigantesca massa de lixo que se acumula no Oceano Pacifico? Será que a gente ainda tem tempo para limpar tudo isso? E os animais? Se adaptam ou sofrem as consequências? Charles Moore viajava pelo Pacífico, entre o Havaí e a Califórnia, quando resolveu arriscar um novo caminho. "Foi perturbador. Dia após dia não víamos uma única área onde não houvesse lixo. E tão distantes do continente”, lembra o capitão. Como um descobridor nos tempos das Navegações, Charles Moore foi o primeiro a detectar a massa de lixo. E batizou o lugar de Lixão do Pacífico. Primeiro, viu pedaços grandes de plástico, muitos deles transformados em casa para os mariscos. Depois, quando aprofundou a pesquisa, o capitão descobriu que as águas-vivas estavam se enrolando em nylon e engolindo pedaços de plástico. O albatroz tinha um emaranhado de fios dentro do corpo. "Antes não havia plástico no mar, tudo era comida. Então os animais aprenderam a comer qualquer coisa que encontram pela frente. Você pode ver que eles tentaram comer isso [pedaço de embalagem]. Mas não conseguiram", diz o capitão. Com a peneira na popa, o capitão e sua equipe filtram a sopa de plástico e fazem medições. Já descobriram, por exemplo, que 27% do lixo vem de sacolas de supermercado. Em uma análise feita com 670 peixes, encontraram quase 1,4 mil fragmentos de plástico. São informações valiosas, fonte de pesquisa e argumentos para a grande denúncia de Charles Moore: "Gostaria que o mundo inteiro percebesse que o tipo de vida que estamos levando, isso de jogar tudo fora, usar tantos produtos descartáveis, está nos matando. Temos que mudar, se quisermos sobreviver." Um gesto despreocupado, uma simples garrafa de plástico esquecida em uma praia da Califórnia. Muitas vezes ela é devolvida pelas ondas e recolhida pelos garis. Mas grande parte do material plástico que é produzido nessa região acaba embarcando em uma longa e triste viagem pelo Oceano Pacifico. Pode ser também depois de uma tempestade. O plástico jogado nas ruas é varrido pela chuva, entra nas galerias fluviais das cidades e chega até o mar; ou vem de rios poluídos que desembocam no oceano. No caminho, os dejetos do continente se juntam ao lixo das embarcações e viajam até uma região conhecida como o Giro do Pacífico Norte. Diversas correntes marítimas que passam às margens da Ásia e da América do Norte acabam formando um enorme redemoinho feito de água, vida marinha e plástico. Mas, outra vez uma tempestade, um vento forte, talvez, e parte do lixo viaja para fora da sopa, até uma praia distante. Estamos numa praia linda e deserta de uma região praticamente desabitada do Havaí. Não era para ser um paraíso ecológico? Mas Kamilo Beach recebe tantos dejetos marítimos que acabou virando um lixão a céu aberto. Basta procurar um pouquinho para entender a origem de todo o plástico que chega até a praia. Em uma embalagem, caracteres chineses. Uma bóia de pescadores provavelmente veio do Japão. Um pouco mais adiante, há o pedaço de um tanque de plástico com ideogramas coreanos. E olha que Kamilo Beach está mais de 1 mil quilômetros distante do Lixão do Pacífico, no extremo sudoeste da ilha de Hilo, no Havaí. Kamilo Beach dificilmente vê um gari. O plástico que chega lentamente pelo mar vai ficando esquecido no paraíso. Há dois anos, depois que se mudaram para cá, Dean e Suzzane Frazer resolveram fazer de Kamilo um alerta planetário. Suzanne pergunta: "Será que o governo japonês, por exemplo, sabe quanto plástico o Japão está mandando para o Havaí?" Dean vem trazendo um galão que, sem dúvida, chegou da Ásia. Tem também tubo de shampoo usado nos Estados Unidos e sacos de plástico sabe-se lá de onde. Agora, são todos farrapos do mar. As mordidas impressas no plástico levaram os ambientalistas a mudar de alimentação. "O que acontece é que as toxinas estão se acumulando ao longo da cadeia alimentar. Os predadores no topo da cadeia, que somos nós, estamos comendo plástico também", alerta Suzzane Fraser. O casal toma notas, calcula as quantidades, recolhe o equipamento de pesca para saber os pesos e as medidas de cada tipo de poluição. Não é pessimismo. Por enquanto, praticamente nada está sendo feito e não dá para dizer que existe um ou outro culpado. Estamos todos com as mãos completamente sujas de plástico. Maldivas têm ilha só de lixo Haveria depósito de lixo em cinco régios dos oceanos. Nas Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, uma nova ilha está sendo criada. É uma ilha de lixo. Em pouco menos de duas décadas, a ilha já tem 50 mil metros quadrados e abriga indústrias e depósitos. Caminhões chegam em barcos o tempo todo. O lixo orgânico é queimado na hora. Garrafas de plástico e pedaços de metal são separados e exportados para Índia, onde são reciclados. O resto forma a base do território que avança sobre o oceano. O nativos das Maldivas se recusam a fazer esse tipo de trabalho. Eles ganham mais se passarem o dia inteiro na praia, só pescando. Por isso, os trabalhadores do lixão são 150 imigrantes de Bangladesh, que aceitam trabalhar ganhando o equivalente a US$ 60 e US$ 100 por mês. A maior parte do lixo vem da capital, Malé, que concentra 100 mil habitantes, um terço da população do país. Mas os 10 mil turistas que visitam as ilhas por dia provocaram uma explosão na produção de lixo e a criação da ilha das Maldivas que ninguém quer visitar.
REPORTAGEM DO FANTÁTICO DE 15/02/09 - http://fantastico.globo.com/
Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o Lixão do Pacífico. Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem, se acumulam num lugar que já foi um paraíso. Um oceano de plástico, uma sopa intragável, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí e que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. É o Pacífico, o maior dos oceanos, agredido pela humanidade onde a humanidade raramente chega. Há plástico e plâncton, lixo e alimento, tudo misturado. Poluindo o paraíso, confundindo as aves, criando anomalias - como a tartaruga que cresceu com um anel de plástico em volta do casco - e matando os moradores do mar. Mas qual será afinal o tamanho exato gigantesca massa de lixo que se acumula no Oceano Pacifico? Será que a gente ainda tem tempo para limpar tudo isso? E os animais? Se adaptam ou sofrem as consequências? Charles Moore viajava pelo Pacífico, entre o Havaí e a Califórnia, quando resolveu arriscar um novo caminho. "Foi perturbador. Dia após dia não víamos uma única área onde não houvesse lixo. E tão distantes do continente”, lembra o capitão. Como um descobridor nos tempos das Navegações, Charles Moore foi o primeiro a detectar a massa de lixo. E batizou o lugar de Lixão do Pacífico. Primeiro, viu pedaços grandes de plástico, muitos deles transformados em casa para os mariscos. Depois, quando aprofundou a pesquisa, o capitão descobriu que as águas-vivas estavam se enrolando em nylon e engolindo pedaços de plástico. O albatroz tinha um emaranhado de fios dentro do corpo. "Antes não havia plástico no mar, tudo era comida. Então os animais aprenderam a comer qualquer coisa que encontram pela frente. Você pode ver que eles tentaram comer isso [pedaço de embalagem]. Mas não conseguiram", diz o capitão. Com a peneira na popa, o capitão e sua equipe filtram a sopa de plástico e fazem medições. Já descobriram, por exemplo, que 27% do lixo vem de sacolas de supermercado. Em uma análise feita com 670 peixes, encontraram quase 1,4 mil fragmentos de plástico. São informações valiosas, fonte de pesquisa e argumentos para a grande denúncia de Charles Moore: "Gostaria que o mundo inteiro percebesse que o tipo de vida que estamos levando, isso de jogar tudo fora, usar tantos produtos descartáveis, está nos matando. Temos que mudar, se quisermos sobreviver." Um gesto despreocupado, uma simples garrafa de plástico esquecida em uma praia da Califórnia. Muitas vezes ela é devolvida pelas ondas e recolhida pelos garis. Mas grande parte do material plástico que é produzido nessa região acaba embarcando em uma longa e triste viagem pelo Oceano Pacifico. Pode ser também depois de uma tempestade. O plástico jogado nas ruas é varrido pela chuva, entra nas galerias fluviais das cidades e chega até o mar; ou vem de rios poluídos que desembocam no oceano. No caminho, os dejetos do continente se juntam ao lixo das embarcações e viajam até uma região conhecida como o Giro do Pacífico Norte. Diversas correntes marítimas que passam às margens da Ásia e da América do Norte acabam formando um enorme redemoinho feito de água, vida marinha e plástico. Mas, outra vez uma tempestade, um vento forte, talvez, e parte do lixo viaja para fora da sopa, até uma praia distante. Estamos numa praia linda e deserta de uma região praticamente desabitada do Havaí. Não era para ser um paraíso ecológico? Mas Kamilo Beach recebe tantos dejetos marítimos que acabou virando um lixão a céu aberto. Basta procurar um pouquinho para entender a origem de todo o plástico que chega até a praia. Em uma embalagem, caracteres chineses. Uma bóia de pescadores provavelmente veio do Japão. Um pouco mais adiante, há o pedaço de um tanque de plástico com ideogramas coreanos. E olha que Kamilo Beach está mais de 1 mil quilômetros distante do Lixão do Pacífico, no extremo sudoeste da ilha de Hilo, no Havaí. Kamilo Beach dificilmente vê um gari. O plástico que chega lentamente pelo mar vai ficando esquecido no paraíso. Há dois anos, depois que se mudaram para cá, Dean e Suzzane Frazer resolveram fazer de Kamilo um alerta planetário. Suzanne pergunta: "Será que o governo japonês, por exemplo, sabe quanto plástico o Japão está mandando para o Havaí?" Dean vem trazendo um galão que, sem dúvida, chegou da Ásia. Tem também tubo de shampoo usado nos Estados Unidos e sacos de plástico sabe-se lá de onde. Agora, são todos farrapos do mar. As mordidas impressas no plástico levaram os ambientalistas a mudar de alimentação. "O que acontece é que as toxinas estão se acumulando ao longo da cadeia alimentar. Os predadores no topo da cadeia, que somos nós, estamos comendo plástico também", alerta Suzzane Fraser. O casal toma notas, calcula as quantidades, recolhe o equipamento de pesca para saber os pesos e as medidas de cada tipo de poluição. Não é pessimismo. Por enquanto, praticamente nada está sendo feito e não dá para dizer que existe um ou outro culpado. Estamos todos com as mãos completamente sujas de plástico. Maldivas têm ilha só de lixo Haveria depósito de lixo em cinco régios dos oceanos. Nas Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, uma nova ilha está sendo criada. É uma ilha de lixo. Em pouco menos de duas décadas, a ilha já tem 50 mil metros quadrados e abriga indústrias e depósitos. Caminhões chegam em barcos o tempo todo. O lixo orgânico é queimado na hora. Garrafas de plástico e pedaços de metal são separados e exportados para Índia, onde são reciclados. O resto forma a base do território que avança sobre o oceano. O nativos das Maldivas se recusam a fazer esse tipo de trabalho. Eles ganham mais se passarem o dia inteiro na praia, só pescando. Por isso, os trabalhadores do lixão são 150 imigrantes de Bangladesh, que aceitam trabalhar ganhando o equivalente a US$ 60 e US$ 100 por mês. A maior parte do lixo vem da capital, Malé, que concentra 100 mil habitantes, um terço da população do país. Mas os 10 mil turistas que visitam as ilhas por dia provocaram uma explosão na produção de lixo e a criação da ilha das Maldivas que ninguém quer visitar.
REPORTAGEM DO FANTÁTICO DE 15/02/09 - http://fantastico.globo.com/
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Ministério do Meio Ambiente bane o uso do amianto
Portaria do Ministério do Meio Ambiente proíbe o uso de amianto em qualquer construção ou bem adquirido pelo Ministério do Meio Ambiente e de seus órgãos vinculado: Instituto Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto de Pesquisas Jardim Bptânico do Rio de Janeiro (JBRJ). O anúncio foi feito nesta quinta-feira (29/01/2009) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, no Fórum Social Mundial, em Belém.
A portaria bane também o uso de qualquer produto que tenha fibra de amianto. A medida visa proteger a saúde dos trabalhadores que ficam expostos ao amianto regularmente no dever de sua função, evitando que contraiam doenças como asbestose (doença crônica pulmonar que provoca endurecimento do órgão), câncer de pulmão e mesotelioma de pleura (membrana que reveste o pulmão), pericárdio (membrana que reveste o coração) e peritônio (membrana que recobre a cavidade abdominal.
Quatro estados brasileiros já haviam tomado a decisão de proibir o uso de amianto. "É um passo a mais na nossa luta de muitos anos. É preciso que, através de ações, a sociedade pressione e lute pelo banimento completo desse produto no Brasil. Não queremos fechar as indústrias, mas que elas troquem as tecnologias sujas por limpas, como já acontece nos países europeus", defendeu o ministro.
Como alternativas ao uso do amianto na produção de caixas-d'água, lonas e pastilhas de freio de carro, telhas e pisos, tinta e tecidos antichamas, entre outros, estão as fibras minerais e sintéticas.
O utilização do amianto é proibida em 48 países, e em sete estados brasileiros. Segundo Minc, o Ministério da Saúde deve ser o próximo a tomar a mesma iniciativa.
(Fonte: Yahoo!)
A portaria bane também o uso de qualquer produto que tenha fibra de amianto. A medida visa proteger a saúde dos trabalhadores que ficam expostos ao amianto regularmente no dever de sua função, evitando que contraiam doenças como asbestose (doença crônica pulmonar que provoca endurecimento do órgão), câncer de pulmão e mesotelioma de pleura (membrana que reveste o pulmão), pericárdio (membrana que reveste o coração) e peritônio (membrana que recobre a cavidade abdominal.
Quatro estados brasileiros já haviam tomado a decisão de proibir o uso de amianto. "É um passo a mais na nossa luta de muitos anos. É preciso que, através de ações, a sociedade pressione e lute pelo banimento completo desse produto no Brasil. Não queremos fechar as indústrias, mas que elas troquem as tecnologias sujas por limpas, como já acontece nos países europeus", defendeu o ministro.
Como alternativas ao uso do amianto na produção de caixas-d'água, lonas e pastilhas de freio de carro, telhas e pisos, tinta e tecidos antichamas, entre outros, estão as fibras minerais e sintéticas.
O utilização do amianto é proibida em 48 países, e em sete estados brasileiros. Segundo Minc, o Ministério da Saúde deve ser o próximo a tomar a mesma iniciativa.
(Fonte: Yahoo!)
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O FUTURO DA ÁGUA POTÁVEL
Relatório de Davos alerta para risco de falta d'água
02 / 02 / 2009
O mundo corre o grave risco de sofrer com a falta de água doce, em conseqüência do aumento constante da demanda, que chega a crescer em um ritmo mais rápido do que a população mundial, alertou na sexta-feira (30) um relatório publicado no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça).
"Em menos de 20 anos, a falta d'água poderá fazer com que Índia e Estados Unidos percam a totalidade de suas colheitas", afirmam os autores do estudo, destacando que, paralelamente, a demanda por alimentos explodirá.
Segundo o relatório, muitos lugares do mundo estão a ponto de esgotar suas reservas de água, sobretudo em conseqüência de uma política especulativa por parte dos governos ao longo dos últimos 50 anos.
"No futuro, o mundo não poderá simplesmente administrar a questão da água como tem feito no presente", estima o texto.
Cerca de 40% dos recursos aqüíferos dos Estados Unidos são destinados à produção energética, enquanto apenas 3% vão para o consumo doméstico.
As necessidades de água para produzir energia devem aumentar 165% nos Estados Unidos e 130% na União Européia, de acordo com o estudo.
Além disso, o relatório calcula que, no atual ritmo de derretimento, a maioria das geleiras do Himalaia e do Tibet terão desaparecido até 2100, e que 70 grandes rios do mundo secarão devido aos sistemas de irrigação. (Fonte: Yahoo!)
Se você tem alguma sugestão? Deixe seu comentário
02 / 02 / 2009
O mundo corre o grave risco de sofrer com a falta de água doce, em conseqüência do aumento constante da demanda, que chega a crescer em um ritmo mais rápido do que a população mundial, alertou na sexta-feira (30) um relatório publicado no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça).
"Em menos de 20 anos, a falta d'água poderá fazer com que Índia e Estados Unidos percam a totalidade de suas colheitas", afirmam os autores do estudo, destacando que, paralelamente, a demanda por alimentos explodirá.
Segundo o relatório, muitos lugares do mundo estão a ponto de esgotar suas reservas de água, sobretudo em conseqüência de uma política especulativa por parte dos governos ao longo dos últimos 50 anos.
"No futuro, o mundo não poderá simplesmente administrar a questão da água como tem feito no presente", estima o texto.
Cerca de 40% dos recursos aqüíferos dos Estados Unidos são destinados à produção energética, enquanto apenas 3% vão para o consumo doméstico.
As necessidades de água para produzir energia devem aumentar 165% nos Estados Unidos e 130% na União Européia, de acordo com o estudo.
Além disso, o relatório calcula que, no atual ritmo de derretimento, a maioria das geleiras do Himalaia e do Tibet terão desaparecido até 2100, e que 70 grandes rios do mundo secarão devido aos sistemas de irrigação. (Fonte: Yahoo!)
Se você tem alguma sugestão? Deixe seu comentário
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
ENCONTRO COM ANA SOBRAL
Lembre-se de postar a sua receita sustentável e concorra a nossa camisa símbolo da SUSTENTABILIDADE.






Ontem no começo da tarde estivemos com a Artista Plástica Ana Sobral, que nos recebeu com o acolhimento e a simplicidade de alguém que entende do que faz. Conversamos durante algumas horas e não tínhamos vontade de nos levantar para ir embora. Ela falou sobre os seus trabalhos e é claro que como era de nosso interesse, ela explicou melhor sobre os trabalhos que ela realizava com os novos grupos sociais (como: detentos e familiares nos presídios Lemos de Brito e Hélio Gomes, comunidades carentes / favelas - RJ e aos pacientes do Pinel / RJ) cabe ressaltar que no presídio Lemos de Brito o projeto de Reciclagem artesanal de Papel foi dado continuidade pelos próprios detentos, que criaram uma oficina permanente com funcionamento de segunda à sexta-feira / no horário de 9 às 17 horas. Produzindo papel artesanal e comercializando dentro e fora do presídio ( tal ação gerou importantes projetos sociais,fortalecendo em especial o CISC - Centro de integração Social e Cultural,em Tribobó / São Gonçalo ), Ronaldo Monteiro ex aluno da oficina de reciclagem artesanal de papel - presídio Lemos Brito hoje egresso do sistema carcerário é um novo emprendedor social da Ashoka e diretor do CISC e da proposta IEE Incubadora de Empreendimentos para Egressos." Não podemos deixar de observar e registrar a importância social deste projeto, pois é notório a mudança no comportamento de cada um dos envolvidos no mesmo, quer internos classificados ou que tenham os seus familiares no local, participam da atividade...
Bem queríamos que o nosso projeto de sustentabilidade tivesse um perfil que abrangesse o sócio-ambiental e acreditamos que estamos caminhando através dessa parceria que fizemos com a Ana.
Se você teve interesse pelo trabalho da Artista Plástica e Educadora Ambiental Ana Sobral, deixe o seu recado com e-mail aqui, que ela entrará em contato com vocês.
Fica para reflexão uma frase de Manoel Barros, deixada por Ana Sobral
"Fazer o desprezível ser prezado é coisa que me apraz".
Bem queríamos que o nosso projeto de sustentabilidade tivesse um perfil que abrangesse o sócio-ambiental e acreditamos que estamos caminhando através dessa parceria que fizemos com a Ana.
Se você teve interesse pelo trabalho da Artista Plástica e Educadora Ambiental Ana Sobral, deixe o seu recado com e-mail aqui, que ela entrará em contato com vocês.
Fica para reflexão uma frase de Manoel Barros, deixada por Ana Sobral
"Fazer o desprezível ser prezado é coisa que me apraz".
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
RECEITA SUSTENTÁVEL
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Estudo lista mudanças de hábitos que ajudam a combater aquecimento global
BRUXELAS (AFP) - Comer menos carne, limitar as viagens, aceitar o calor no verão e o frio no inverno: mudanças de hábitos também ajudam a combater o aquecimento global, segundo um estudo apresentado nesta segunda-feira em Bruxelas.
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"Modificar os hábitos será complicado", admitiram os especialistas da consultoria McKinsey neste estudo, apresentado na presença do comissário europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas.
Contudo, segundo eles, estes pequenos gestos do dia a dia podem permitir evitar rejeitar na atmosfera 3,5 a 5 bilhões de toneladas de gás carbônico daqui a 2030.
O estudo lista 200 ações possíveis para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, entre os quais o CO2, e limitar o aquecimento do planeta a 2 graus Celsius em 2030.
"Reduzir o número de viagens de negócios e os deslocamentos privados, trocar o carro pelo trem, aceitar diminuir o ar condicionado ou o aquecedor e limitar o consumo de carne", são algumas opções, segundo os autores do estudo.
Entretanto, a maior parte dos esforços deve se concentrar na eficiência energética nos transportes e na construção, no desenvolvimento de fontes de energia não fósseis, como os biocombustíveis, e no combate ao desmatamento.
"O custo do esforço para o mundo deve ser de 200 a 350 bilhões de euros por ano até 2030, e permitirá evitar rejeitar 38 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera" durante este período, segundo o estudo.
"A Comissão Europeia vai apresentar quarta-feira propostas e financiamentos" para a cúpula de Copenhague sobre o clima, prevista para dezembro deste ano, lembrou o comissário Dimas.
A Comissão deve recomendar um aumento progressivo dos investimentos com um objetivo: 175 bilhões de euros em 2020, entre os quais 30 bilhões para ajudar os países mais pobres nesse âmbito.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/090126/saude/eua_clima_meio_ambiente
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"Modificar os hábitos será complicado", admitiram os especialistas da consultoria McKinsey neste estudo, apresentado na presença do comissário europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas.
Contudo, segundo eles, estes pequenos gestos do dia a dia podem permitir evitar rejeitar na atmosfera 3,5 a 5 bilhões de toneladas de gás carbônico daqui a 2030.
O estudo lista 200 ações possíveis para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, entre os quais o CO2, e limitar o aquecimento do planeta a 2 graus Celsius em 2030.
"Reduzir o número de viagens de negócios e os deslocamentos privados, trocar o carro pelo trem, aceitar diminuir o ar condicionado ou o aquecedor e limitar o consumo de carne", são algumas opções, segundo os autores do estudo.
Entretanto, a maior parte dos esforços deve se concentrar na eficiência energética nos transportes e na construção, no desenvolvimento de fontes de energia não fósseis, como os biocombustíveis, e no combate ao desmatamento.
"O custo do esforço para o mundo deve ser de 200 a 350 bilhões de euros por ano até 2030, e permitirá evitar rejeitar 38 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera" durante este período, segundo o estudo.
"A Comissão Europeia vai apresentar quarta-feira propostas e financiamentos" para a cúpula de Copenhague sobre o clima, prevista para dezembro deste ano, lembrou o comissário Dimas.
A Comissão deve recomendar um aumento progressivo dos investimentos com um objetivo: 175 bilhões de euros em 2020, entre os quais 30 bilhões para ajudar os países mais pobres nesse âmbito.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/090126/saude/eua_clima_meio_ambiente
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