quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
TRIPÉ DA SUSTENTABILIDADE
Estamos desenvolvendo no grupo, treinamentos e capacitações para todos os funcionários. Segue abaixo o nosso conteúdo programático:
· Apresentação da Empresa
· Sistema de Gestão da Qualidade
· Organograma Funcional
· Área de Atuação e Serviços
· Nossos clientes
· Tipos de Ensaios Realizados
· Programa de Sustentabilidade Empresarial
· Biossegurança
· Procedimentos Padronizados (Formulários de Coleta e Filipetas)
· Fluxograma de Processo de Coleta de Amostras
E que todos os colaboradores foram devidamente treinados em Procedimentos Padronizados de Coleta de Amostras para Ensaios Microbiológicos, realizado no mês de Outubro do corrente, com carga horária de 4 horas totais (teórico e prático).
Sistema de Gestão da Qualidade
Apresentação – Boas Práticas para Coleta de Amostras
Fluxograma do Procedimento de Coleta
Biossegurança
Higienização das Mãos
Tipos de Ensaios Realizados
Preenchimento de Formulários
Amostragem de Alimentos
Critérios de Amostragem de Alimentos
Definições - Classificação das amostras de alimentos
Amostragem de Água
Amostragem de Ar Ambiente
Amostragem de Swab (solução salina)
Amostragem de Swab (gel)
Procedimento Padronizado –-Técnica de Estrias
Amostragem de Manipulador - Swab
Amostragem de Manipulador - Contato
Amostragem de Superfície - Rodac
Amostragem com utilização com Bolsa Nasco
Bibliografia:
ABNT, 2001. Requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração. NBR ISO/IEC 17025. jan/2001.
GMM, 2008. Procedimentos Operacionais. Grupo Mattos & Mattos 2008.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
FESTA NA FLORESTA
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
LOGO REPAGINADO
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
OCEANO PLÁSTICO
terça-feira, 10 de novembro de 2009
FAZER O BEM FAZ BEM
É um barato poder estar auxiliando um local como essa creche, é um ambiente agradável da chegada a saída somos recebidos com acolhimento e sentimos que as crianças que ali passam o dia também nos transmitem a mesma sensação.
Deixamos um incentivo para você. Faça do seu cotidiano um a atitude para o bem social.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
QUE PENA!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
CAPACITAÇÃO PARA OS NOVOS FUNCIONÁRIOS
Quando nos propomos a tornar o Grupo Mattos e Mattos sustentável, descobrimos que não bastaria tomarmos conta do ambiente físico, pois, um ambiente não é formado se não houver interação. Pensando nisso começamos a elaborar planos e atitudes tanto com o nosso ambiente interno quanto com o externo.
Pensando em nosso ambiente interno optamos por investir em nossos colaboradores para que estes tenham a possibilidade de aumentar seus conhecimentos e competências utilizando estes com a empresa e com a sociedade.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
CRECHE MUNICIPAL ROSALDA PAIM
Após termos feito uma visita a CRECHE MUNICIPAL ROSALDA PAIM que fica bem próxima ao nosso Grupo, conversarmos e firmamos uma parceria de trabalho voluntário com a diretora Cátia Amaro, na qual iremos oferecer orientação e desenvolvimento de boas práticas através de visitas técnicas e análises. Optamos por esse tipo de parceria, por fazer parte de nossa rotina e por nos sentirmos comprometidos e responsáveis por nosso entorno.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
RECICLA NITERÓI
- Identificamos quais eram os nossos resíduos e vimos que a maioria deles era: papelão, papel impresso e placas de poliestireno.
- Após isso queríamos fazer com que esses resíduos não ficassem acumulados no ambiente, por esse motivo buscamos uma empresa que fosse perto e que recebesse a quantia pequena de nossos resíduos.
- Firmamos então uma parceria com a RECICLA NITERÓI, que é uma empresa que compra o nosso resíduo e manda ele para outras empresas que reciclarão este em matéria-prima.
- O dinheiro que recebemos fica guardado numa caixinha, para que no fim do ano realizemos a nossa confraternização.
Aqui vai um pouco mais da RECICLA NITERÓI
Endereço: Rua São João nº 174 - Centro - Niterói - Tel. 2622 9641
Responsáveis pela empresa: José Alves de Azevedo e José Henrique da Silva
A empresa foi adquirida há 30 anos atrás pelo senhor José Alves que era catador na época e trazia os resíduos para serem vendidos aqui. Um dia o antigo dono o senhor Manoel Valente ofereceu a empresa para o senhor José Alves, que junto com o seu filho José Henrique nos ajudam a diminuir a quantidade de resíduos que podem ser aproveitados, evitando que estes sejam depositados nos aterros sanitários servindo como agentes de poluição.
Se você trabalha, tem uma empresa ou condomínio no Centro de Nitérói, não trate seu lixo como sujeira, mais sim como um resíduo que pode trazer movimento de capital. Ligue para eles e converse mais sobre isso. A SUSTENTABILIDADE DO PLANETA, só depende de você.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Dia de andar sem carro
Hoje é o dia mundial de andar sem carro. Será esta uma solução para os problemas do nosso transito? Ou será apenas mais uma onda? Isso só vai depender de nós, que somos parte desse ambiente que está se degradando diariamente.
Quer um ambiente melhor? Olhe à sua volta e veja o que além dos modismos você pode realizar! Pare de esperar pelo outro, faça agora, não espere a degradação total chegar. talvez seja impossível sobrevivermos a ela.
Boas caminhadas e pedaladas no dia de hoje. Se gostar de fazer isso, passe a fazer diariamente.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
MAIS UM PASSO PARA A SUSTENTABILIDADE
Um dos resíduos que nos preocupava mais do que o papel era o Poliestireno das placas usadas para fazer as análises, essas placas são autoclavadas e cristalizam após passar por esse processo, por isso era difícil fazermos um descarte, sem deixar resíduos no ambiente. Depois de meses de busca encontramos uma empresa que está adquiririndo os nossos resíduos para que sejam reciclados novamente em matéria prima para outros produtos.
Agradeço a equipe pelo esforço e pela determinação de fazer de nossa empresa uma empresa SUSTENTÁVEL.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
ÍDÉIAS SIMPLES
Uma maneira prática que utilizamos para aplicarmos a sustentabilidade, é o triple bottom line que é também conhecido como os 3Ps (People, Planet and Proift, ou, em português, PPL - Pessoas, Planeta e Lucro).
Neste tripé estão contidos os aspectos econômicos, ambientais e sociais, que devem interagir de forma holística para satisfazer o conceito de desenvolvimento sustentável, através deste conceito estamos trabalhando em evolução contínua, com uma estratégia corporativa baseando-se em valores humanistas e no respeito ao meio ambiente. O desenvolvimento dos nossos negócios são um fator de transformação da sociedade por meio de ações economicamente aplicáveis dentro da empresa. Socialmente estamos nos empenhando em ações justas e ambientalmente corretas. O compromisso com os funcionários, a cooperação com os fornecedores, o apoio às comunidades de nosso entorno é a preocupação com o meio ambiente e o que apontarão todas as decisões estratégicas que iremos tomar. Promovendo o desenvolvimento local sustentável nas regiões de atuação.
Vamos então dentro do significado de cada perna do tripé detalhar o que significa cada um desses aspectos, podendo ser estes aplicados em uma macro ou uma micro empresa como a nossa.
People (pessoas) – Esta é a perna que trata do capital humano de uma empresa ou sociedade. Além de salários justos e estar adequado à legislação trabalhista, é preciso pensar em outros aspectos como o bem estar dos seus funcionários, propiciando, por exemplo, um ambiente de trabalho agradável, seguro, saudável, com oportunidade de crescimento dentro da empresa, com uma comunicação adequada. Além disso, é imprescindível ver como a atividade econômica afeta as comunidades ao redor. Nesse item, está contido também problemas gerais da sociedade como educação, violência e até o lazer.
Planet – Refere-se ao capital natural de uma empresa ou sociedade. É a perna ambiental do tripé. Aqui assim como nos outros itens, é importante pensar no pequeno, médio e longo prazo. A princípio, praticamente toda atividade econômica tem impacto ambiental negativo. Nesse aspecto a nossa empresa se empenha em amenizar esses impactos buscando ter ciência para o descarte de nossos resíduos, dando preferência sempre para um descarte de reciclagem para compensar o que não é possível amenizar. Assim uma empresa que usa determinada matéria-prima deve planejar formas de repor os recursos ou, se não é possível, diminuir o máximo possível o uso desse material, assim como saber medir a pegada de carbono do seu processo produtivo, que, em outras palavras, quer dizer a quantidade de CO2 emitido pelas suas ações. Além disso, obviamente, deve ser levado em conta a adequação à legislação ambiental e a vários princípios discutidos atualmente como o Protocolo de Kyoto. Para uma determinada região geográfica, o conceito é o mesmo e pode ser adequado, por exemplo, com um sério zoneamento econômico da região.
Profit – Trata-se do lucro. não adianta lucrar e ao mesmo tempo agir agredindo o ambiente, se esse onde estamos incluídos. Para segurar o tripé Os aspectos culturais devem ser levadas em conta o tempo todo. Quando a empresa está inserida em uma determinada sociedade, ela deve saber as limitações e vantagens culturais da sociedade que a envolve, a empresa deve se relacionar harmoniosamente com a comunidade ao redor de sua área, sendo auxiliando as créches, colégios e outros, que possam trazer uma amplitude no crescimento sócio-cultural de determinada localidade podendo ser útil para entender melhor a dinâmica da biodiversidade local e assim assegurando um cuidado maior com o ambiente.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
SUSTENTANDO A PALAVRA
Esta é uma visão que aumenta o desempenho da empresa, pois, quando nos livramos de objetos sem uso, doando, vendendo, emprestando ou outros, estamos abrindo espaços para novas possibilidades. Conseguimos enviar par o conserto as nossas impressoras para serem avaliadas se vale o conserto ou se devemos doar para alguma ONG que trabalhe com sucata.
O bom é que desde que começamos a assumir o compromisso com a sustentabilidade da empresa não paramos, estamos sustentando a nossa palavra.
terça-feira, 7 de julho de 2009
COPOS PLÁSTICOS
Estou em busca de locais que comprem os copos descartáveis usados. Liguei para vários locais que compram resíduos e todos eles me disseram que não compravam esse tipo de resíduo. O que fazer então?
sexta-feira, 19 de junho de 2009
RELATÓRIO DO PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO GRUPO MATTOS E MATTOS
OBJETIVOS
· Inserir o Grupo Mattos e Mattos e seus colaboradores nas discussões e ações mundiais envolvendo a questão ambiental;
Diminuir as pegadas de carbono da empresa, através da aplicação da Redução, Reutilização e Reciclagem.
AÇÕES DESENVOLVIDAS
Durante o primeiro semestre do ano de 2009, foram desenvolvidas atividades apontadas abaixo com todos os colaboradores do Grupo.
1ª - Reunião com as gerencias e equipe para intercâmbio de informações;
2ª - Escolha da logomarca do programa de gestão ambiental;
3ª - Contato com creches com o objetivo de firmar uma parceria para a doação do papel fragmentado;4ª - Criação de um Blog do Programa de Gestão Ambiental na internet;5ª - Realização de campanha de informação e sensibilização dos colaboradores, para adoção de práticas de racionalização e economia;6ª - Elaboração das camisas com o logo para cada colaborador e cliente;7ª - Aquisição de um fragmentador de papel;
8ª- Firmações de convênio com Associação que utiliza o papel fragmentado;
9ª - Escolha de indicadores para avaliação do Programa;
10ª – Redução de custos como: Luz, Celulares, Papel e etc.(Estes indicadores serão apresentados em anexo);
11ª- Caixinha com os recursos da venda dos resíduos, que serão usados em festas dos funcionários
OBJETIVOS ALCANÇADOS
Conforme podemos observar nos gráficos houve uma Redução da quantidade de material de consumo utilizado pelos servidores (papel e cartuchos de impressora, material de limpeza, combustível, energia elétrica e telefonia.
Energia 15,42%
Celulares 33,22%
Papel 68,30%
OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS
· Aquisição de papel reciclado para impressão de documento interno (50%);
· Incentivo aos clientes a visitarem o Blog;
· Usar a marca d’água nos papeis da empresa.
· Colocação ou conserto de molas nas portas dos ambientes com ar condicionado (como: porta do laboratório de análises para a copa e para a área externa, porta da administração para a área externa;
· Substituição dos monitores de computadores CRT por LCD;
· Aquisição de aparelhos com selo PROCEL;
· Utilização de sistema de iluminação inteligente;
· Substituição de todas as torneiras convencionais por automáticas;
· Aquisição de um carro total flex;
· Construção de um laboratório sustentável.
COMO ESTAMOS AVALIANDO O PROCESSO
· Através de indicadores e gráficos de comparativos de despesas de contas como: luz, telefone, celulares, papel, combustível e etc.
LEGISLAÇÃOLei N° 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providênciasDecreto nº 11 de setembro de 2003 - Cria o Comitê Interministerial da Inclusão Social de Catadores de Lixo, com a finalidade de implementar o Projeto Interministerial Lixo e Cidadania e articular as políticas setoriais e acompanhar a implementação dos programas voltados à população catadora do lixo, definir mecanismos de monitoramento e avaliação da implantação das ações articuladas que deverão atuar de forma integrada nas localidades.
sábado, 13 de junho de 2009
SHOWROOM DO FÓRUM IPANEMA
quarta-feira, 10 de junho de 2009
LEDs
sexta-feira, 5 de junho de 2009
DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Paula Sato mailto:novaescola@atleitor.com.br
WriteAutor('Paula Sato');
No trecho que corta a cidade de São Paulo, o rio Tietê está completamente morto. Foto: Marco de Bari
O Tietê, com seus 1.150 km de extensão, é o maior rio do estado de São Paulo. Mas, na região metropolitana, é um dos mais poluídos e está completamente morto. O que causou tanto estrago foi a expansão desordenada da cidade e o consequente despejo de esgotos residenciais e industriais diretamente no rio. Para limpar a bacia hidrográfica que corta a cidade paulistana, seria necessário melhorar o sistema de canalização da região. Com esse objetivo, em 1992, foi criado o Projeto Tietê, administrado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Durante a primeira etapa do programa, que se estendeu até 2000, foram construídos três estações de tratamento de água (que se somaram às duas já existentes), além de tubulações para a coleta e o transporte de dejetos. Segundo a Sabesp, com o fim dessa primeira fase de despoluição, o índice de coleta de esgotos na região metropolitana de São Paulo passou de 63% para 80% e o índice de tratamento aumentou de 20% para 62%.
Entre 2002 e 2009, na segunda etapa do projeto, houve um aumento da rede de coletores (tubos que recolhem o esgoto) e interceptores (tubulações que ficam na margem dos rios e impedem que o lixo seja despejado nele). Hoje, a região metropolitana tem 84% do esgoto coletado e, desses, 70% é tratado. A partir do segundo semestre deste ano, começa a captação de recursos para a terceira fase do plano, prevista para terminar em 2015 e aumentar ainda mais o índice de água tratada em São Paulo. Não há previsão para que 100% do esgoto produzido na metrópole seja tratado, já que nem mesmo nos países mais desenvolvidos isso acontece. No Reino Unido, por exemplo, o índice está em 92%. Também é um erro comparar o projeto de despoluição do Tietê ao que ocorreu em rios como o Sena (na França) e o Tâmisa (na Inglaterra). "O projeto de limpeza do Sena durou mais de 70 anos. Também tem que se levar em conta que a população da cidade de São Paulo é de 19 milhões de habitantes, contra os 8 milhões de Paris. Além disso, os dois rios são muito diferentes. A vasão do francês é de 50 mil litros por segundo e o do Tietê é de apenas 34", explica Carlos Eduardo Carrela, superintendente de Gestão de Projetos Especiais da Sabesp. A vazão é o volume de água que corre pelo rio a cada segundo e, quanto maior, mais fácil seu processo de auto-limpeza. Por causa de todos esses fatores, é impossível prever se um dia será possível ver peixes na parte do Tietê que corta a cidade de São Paulo. "O problema é que há muitas ligações clandestinas de esgoto, que não passam pelos coletores e vão direto para o rio ou para as galerias pluviais. É preciso que a população se conscientize do seu papel", afirma Carlos Eduardo Carrela. O superintendente ainda explica que, se o rio parar de receber sujeira, a despoluição acontece naturalmente, por meio do mecanismo de auto-limpeza, que dissolve os poluentes e oxigena a água. Apesar da dificuldade em despoluir a região metropolitana, no interior do estado ela já pode ser percebida. Antes do início do Projeto Tietê, o rio estava morto até na região de Barra Bonita, a cerca de 250 km da capital. Depois do fim da primeira etapa de limpeza, a mancha de poluição recuou 120 km e peixes voltaram a aparecer na barragem da cidade. "Com o fim da segunda fase, esperamos que daqui a um ou dois anos a mancha recue mais 40 km, até a região de Salto, a 100 km da capital", diz Carrela. Já na segunda maior capital do Brasil, o Rio de Janeiro, a luta é para despoluir a Baía de Guanabara. Desde 1994, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE) administra o Projeto de Despoluição da Baía de Guanabara. O desafio é limpá-la e fazer com que os vários animais que desapareceram voltem a habitar a região. O estuário tem 346 m2 e engloba 15 municípios. Pelo menos 35 rios deságuam nele e, segundo dados do CEDAE, recebe esgoto de 10 milhões de pessoas e de 12 mil indústrias. Ou seja, para que a despoluição aconteça, primeiro é necessário que o lixo deixe de chegar a todos esses rios. Para tanto, foram construídas três estações de tratamento de água e quatro outras foram ampliadas. Também foram feitos coletores e receptores de esgoto e o plano é que essa rede seja aumentada. Porém, a CEDAE não tem dados sobre quais os índices de esgoto coletado e tratado em toda a região que cerca a Baía de Guanabara. "Não é possível ter um dado preciso sobre o grau de eficiência na despoluição, pois há muitos municípios e alguns não estão incluídos no escopo do programa", afirma Robson Coutinho, chefe da Coordenação de Análise de Projetos e Cadastro Técnico do Projeto de Despoluição da Baía de Guanabara.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
LEDs ORGÂNICOS

Redação do Site Inovação Tecnológica - 26/05/2009
O LED orgânico emite luz sobre toda a superfície do material, e não apenas a partir de um ponto.[Imagem: IAPP]
Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Dresden, na Alemanha, fabricaram LEDs orgânicos que superam por larga margem as lâmpadas fluorescentes na emissão de luz branca. O material ainda está em fase de laboratório e tem o potencial para atingir eficiências ainda maiores.
LEDs orgânicos
Os LEDs orgânicos - ou OLEDs (Organic Light-Emitting Diodes) - são semicondutores feitos com películas finíssimas superpostas de materiais à base de carbono. Eles emitem luz de forma difusa ao longo de todo o material, o que significa que eles criam não um ponto emissor de luz, mas uma área totalmente iluminada.
Combinando o formato do OLED com a cor da luz emitida, os LEDs orgânicos deverão criar oportunidades totalmente novas de iluminação, como painéis, paredes ou tetos iluminados por igual e que poderão ser personalizados ao gosto de cada pessoa. Além disso, eles permitirão grande economia de energia porque são mais eficientes na conversão da eletricidade em luz.
Eficiência dos LEDs orgânicos
Atualmente, as lâmpadas fluorescentes representam o padrão da indústria a ser batido pelas novas tecnologias. Considerando as perdas nos refletores, essas lâmpadas alcançam uma eficiência entre 50 e 70 lúmens por Watt (lm/W).
Os novos OLEDs superaram as melhores marcas das lâmpadas fluorescentes em pelo menos um terço, alcançando 90 lm/W no brilho padrão de 1.000 candelas por metro quadrado (cd/m2).
"A eficiência energética dos nossos LEDs alcança 90 lm/W mesmo quando se utilizam somente técnicas de acoplamento planas - mas que são escaláveis. Com acoplamentos especiais 3D, atingimos até 124 lm/W," conta o coordenador da pesquisa, Dr. Sebastian Reineke.
"O potencial desses dispositivos é óbvio quando se considera que, mesmo com um brilho de 5.000 cd/m2, nós obtivemos uma eficiência energética de 74 lm/W, Diz Karl Leo, outro membro da equipe.
Bibliografia:White organic light-emitting diodes with fluorescent tube efficiencySebastian Reineke, Frank Lindner, Gregor Schwartz, Nico Seidler, Karsten Walzer, BjÖrn LÜssem, Karl LeoNature14 May 2009Vol.: 459, 234-238DOI: 10.1038/nature08003
