quarta-feira, 18 de março de 2009

Diego chegou do Centro do Rio com o adesivo da WWF com a hora do planeta.
Faça parte dessa mobilização.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Reduzir, Reuzar e Reciclar

REDUZIR - Ontem Diego nos deu uma excelente notícia, economizamos duas resmas de papel esse mês,isso se deve ao constante trabalho da equipe que está revisando os documentos antes de serem impressos. Vocês são dez. Vocês estão diminuindo as suas pegadas de carbono.
REUTILIZAR – Jaqueline foi comigo ao depósito e estamos fazendo um levantamento do que está lá e pode ser reutilizado por nós ou por outros, após essa analise iremos direcionar o que não está sendo útil no momento.
RECICLAR – Hoje entregamos cinco sacos de 50 litros cheios de papel fragmentado à Ana Sobral, para que ela venha a usar em seu projeto com os egressos. Estive também fazendo uma visita à creche e conversei com a Diretora Sra. Kátia, ficamos de agendar um encontro para podermos firmar uma parceria educacional com o papel fragmentado, que pode ser utilizado pelas crianças da creche para fazer a reciclagem do papel.

terça-feira, 10 de março de 2009

DICAS IMPORTANTES PARA USAR NO ESCRITÓRIO

Reduza, Reutilize, Recicle!
Dicas importantes para implantar no escritório

Enviem amostras de seus trabalhos como portfólios para empresas em uma caixa de papel reciclado artesanal. Além disso, presenteia quem recebe o pacote com folhas de papel reciclado. O objetivo é disseminar a idéia de usar este tipo de papel. A primeira folha contém dicas de como utilizar papel no escritório. Abaixo segue a transcrição dessas dicas:

O que é reciclagem? É a atividade de recuperação de materiais que foram descartados, podendo ser transformados novamente em matéria prima para a fabricação de um novo produto.

Qual a importância da reciclagem? Evita-se que esse material vire lixo, portanto: - Não é jogado em aterros e lixões;
- Não contamina o solo e as águas;
- Ajuda na limpeza e higiene das cidades;
- Retarda a escassez de matérias primas básicas;
- Economiza energia elétrica;
- Proporciona geração de riqueza;
- Propicia a geração de inúmeros empregos.

Reduza o uso de papel:
- Revise texto no computador antes de imprimir;
- Não aceite folhetos na rua ou no carro, se não forem do seu interesse;
- Faça apenas o número necessário de fotocópias.

Reutilize:
- Use as duas faces das folhas de papel para escrever, imprimir e fazer fotocópias;
- Reaproveite envelopes, sacolas, papéis de embrulho, saquinhos e embalagens.

Recicle:
- Não deixe o papel usado na mesma lixeira do cafezinho, nem misture com restos de comida;
- Desmonte caixas e embalagens que serão descartadas;
- Não amasse papel. Rasgue ou dobre as folhas para fazer menos volume e facilitar a reciclagem.

Destine corretamente:
- Informe-se na prefeitura sobre o que está sendo feito a respeito da coleta seletiva e reciclagem do lixo. Havendo omissão, critique e denuncie;
- Os catadores são os maiores responsáveis pelo material recuperado que se transforma em matéria-prima para as indústrias recicladoras no país;
- Entidades assistenciais costumam comercializar papel e podem ficar interessados pelo seu material;
- Sucateiros são uma boa opção para um volume um pouco maior de resíduos;
- Pode ser introduzido um sistema de coleta seletiva em lugares onde haja grande produção de papel.

Valorize os reciclados. Produtos similares aos que são feitos com matéria prima virgem merecem nossa atenção. Valorize e considere com carinho a aquisição de produtos reciclados.
É importante o ganho de imagem de empresas com gestão ambiental, entrando em um seleto grupo de organizações que têm uma boa visibilidade junto a importantes formadores de opinião que valorizam o desenvolvimento sustentável. Os benefícios poderão ser: vendas, fidelidade do cliente, lucro, imagem, reputação, que alavanca vendas; valor das ações, menores taxas de juros, etc.

Educação e vontade política são palavras-chave, mas enquanto isso não ocorre, dependemos da disseminação da idéia para um número cada vez maior de pessoas. A partir do momento em que setores da sociedade passam a contribuir com ações e propostas, novas posturas vão surgindo.

Participe!

Agradecimentos

Estamos indo para o quarto mês de implantação do programa de Sustentabilidade no Grupo Mattos e Mattos e está sendo de grande satisfação ver que diversas pessoas da equipe se envolveram com o projeto, aproveito esse espaço para agradecer publicamente a esse grupo que observo estar sem medir esforços para que a nossa idéia aconteça. Algumas pessoas como o Diego e a Jaqueline, se destacam pelas idéias criativas que apresentam como, a de incentivar os clientes a pedirem seus laudos via e-mail e junto com esses laudos enviam um convite para que eles visitem o blog, incentivando aos clientes a criarem hábitos sutentáveis, Jaqueline também tem me auxiliado a mexer com as contas de Luz, pois queremos ver se conseguimos diminuir o consumo de energia elétrica e assim diminuir as nossas pegadas de carbono, também quero agradecer ao Marcos que junto com Izabel, Cláudia e Tatiana, estão implantando a 5S, que é um grande auxiliador na estruturação da sustentabilidade. A Elizabeth que me enviou artigos interessantes que foram colocados no blog, muito obrigado, A Cláudia que já chegou arrumando a casa muito obrigada também.
Se esqueci de alguém me desculpem e parabéns a todos.

terça-feira, 3 de março de 2009

OS EMPREGOS VERDES

Tatiana Gianini
Revista Exame - 05/02/2009

O presidente Barack Obama está disposto a limpar dos Estados Unidos a imagem de vilão ambiental. Nas últimas semanas, Obama destinou mais de 50 bilhões de dólares para estimular a geração de energia limpa e fixou limites mais rígidos para a emissão de gases poluentes por parte da indústria automobilística. Um dos mais influentes ambientalistas do mundo, o americano Lester Brown, presidente da ONG Earth Policy Institute, falou a EXAME sobre o impacto econômico das medidas.

Qual sua avaliação sobre as primeiras medidas de Barack Obama na área ambiental?
É positiva. Além de medidas como controles mais rigorosos de emissão de poluentes, Obama trouxe para sua equipe pessoas comprometidas com a questão do aquecimento global. Uma delas é o físico John Holdren, professor de política ambiental de Harvard, que foi nomeado conselheiro científico do governo.

A política ambiental de Obama é boa para a economia americana?
O país precisa de novos postos de trabalho e o presidente está investindo na criação de "empregos verdes”, fortalecendo a economia com o desenvolvimento de fontes renováveis de energia. Dessa forma, nos próximos meses, vão surgir muitas novas ocupações em setores como o da indústria de energia eólica.

Quais setores podem perder com a nova orientação?
Uma das indústrias que serão afetadas é a de carvão. Hoje, há um movimento nos Estados Unidos de parar com a construção de usinas termelétricas. Outro indicador interessante é que um número grande de firmas de investimentos de Wall Street já rebaixou as ações das empresas ligadas ao setor.

Obama poderá realmente mudar a mentalidade dos americanos em relação ao consumo de petróleo?
A crise global vai acelerar o processo de conscientização. Obama tem deixado claro que, se houver um rompimento sério no fornecimento de petróleo em razão de uma revolução na Arábia Saudita, a economia americana poderá desacelerar ainda mais.

Mas a crise global tem provocado queda no preço do petróleo. Isso não pode desestimular o uso de energias limpas?
O preço baixo do petróleo não é garantido para sempre. Os especialistas já argumentam que a cotação do barril nos próximos anos pode chegar a valores ainda mais altos do que na metade do ano passado, quando atingiu 140 dólares.

O senhor acredita que o etanol brasileiro pode ser beneficiado com a nova política energética americana?
O Brasil já exporta etanol para os Estados Unidos e com a nova política pode ocorrer um aumento no volume de vendas. Mas não acho que os Estados Unidos utilizarão o etanol na mesma escala que o Brasil. Há outras fontes energéticas que parecem muito mais promissoras para a economia americana, como a eólica.

A recessão pode ajudar a reduzir o problema do aquecimento global?
A desaceleração dos negócios no mundo está claramente provocando uma redução substancial no uso de energia e, consequentemente, na emissão de gases poluentes. Mas o colapso da economia não é a solução para o aquecimento. Precisamos reestruturar a cadeia de produção global de energia para reduzir a emissão de gases poluentes de modo que não crie muito sofrimento econômico.

O presidente Barack Obama está disposto a limpar dos Estados Unidos a imagem de vilão ambiental. Nas últimas semanas, Obama destinou mais de 50 bilhões de dólares para estimular a geração de energia limpa e fixou limites mais rígidos para a emissão de gases poluentes por parte da indústria automobilística. Um dos mais influentes ambientalistas do mundo, o americano Lester Brown, presidente da ONG Earth Policy Institute, falou a EXAME sobre o impacto econômico das medidas.

Qual sua avaliação sobre as primeiras medidas de Barack Obama na área ambiental?
É positiva. Além de medidas como controles mais rigorosos de emissão de poluentes, Obama trouxe para sua equipe pessoas comprometidas com a questão do aquecimento global. Uma delas é o físico John Holdren, professor de política ambiental de Harvard, que foi nomeado conselheiro científico do governo.

A política ambiental de Obama é boa para a economia americana?
O país precisa de novos postos de trabalho e o presidente está investindo na criação de "empregos verdes”, fortalecendo a economia com o desenvolvimento de fontes renováveis de energia. Dessa forma, nos próximos meses, vão surgir muitas novas ocupações em setores como o da indústria de energia eólica.

Quais setores podem perder com a nova orientação?
Uma das indústrias que serão afetadas é a de carvão. Hoje, há um movimento nos Estados Unidos de parar com a construção de usinas termelétricas. Outro indicador interessante é que um número grande de firmas de investimentos de Wall Street já rebaixou as ações das empresas ligadas ao setor.

Obama poderá realmente mudar a mentalidade dos americanos em relação ao consumo de petróleo?
A crise global vai acelerar o processo de conscientização. Obama tem deixado claro que, se houver um rompimento sério no fornecimento de petróleo em razão de uma revolução na Arábia Saudita, a economia americana poderá desacelerar ainda mais.

Mas a crise global tem provocado queda no preço do petróleo. Isso não pode desestimular o uso de energias limpas?
O preço baixo do petróleo não é garantido para sempre. Os especialistas já argumentam que a cotação do barril nos próximos anos pode chegar a valores ainda mais altos do que na metade do ano passado, quando atingiu 140 dólares.

O senhor acredita que o etanol brasileiro pode ser beneficiado com a nova política energética americana?
O Brasil já exporta etanol para os Estados Unidos e com a nova política pode ocorrer um aumento no volume de vendas. Mas não acho que os Estados Unidos utilizarão o etanol na mesma escala que o Brasil. Há outras fontes energéticas que parecem muito mais promissoras para a economia americana, como a eólica.

A recessão pode ajudar a reduzir o problema do aquecimento global?
A desaceleração dos negócios no mundo está claramente provocando uma redução substancial no uso de energia e, consequentemente, na emissão de gases poluentes. Mas o colapso da economia não é a solução para o aquecimento. Precisamos reestruturar a cadeia de produção global de energia para reduzir a emissão de gases poluentes de modo que não crie muito sofrimento econômico.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Preparativos para Copenhague
Em Dezembro deste ano, o mundo tem o compromisso de definir uma agenda global para as questões do clima, que vai suceder o Protocolo de Kyoto – com término marcado para 2012. As discussões sobre as metas de redução de carbono e as obrigações de cada país nesta empreitada começaram na 13ª COP – Conferência das Partes – da ONU, em Bali (Indonésia) e tiveram sequência no final do ano passado, em Poznan (Polônia). Durante este ano, uma série de reuniões menores devem dar continuidade ao assunto para que a 15ª COP, em Copenhague (Dinamarca), não seja em vão.Na semana passada, o setor industrial se encontrou na capital dinamarquesa para debater sobre os novos parâmetros financeiros da economia de baixo carbono. A convocação foi feita pela Confederação das Indústrias da Dinamarca e pela Business Europe e reuniu 15 confederações nacionais de indústrias – dos EUA, Canadá, União Européia, Japão, Índia, China, Brasil, África do Sul e Quênia.Segundo reportagem da edição impressa do jornal Valor Econômico, do dia 19 de fevereiro, entre os assuntos em pauta, estiveram:- a crise econômica;- a possibilidade de taxar as importações pelas emissões de carbono e- as preocupações sobre a postura dos Estados Unidos e da China – maiores emissores histórico e atual, respectivamente.Ainda de acordo com a reportagem, o tema da transferência de tecnologia limpa é o que menos avança.De 10 a 12 de março é a vez de a comunidade científica realizar seu encontro pré-15ª COP, organizado pela Universidade de Copenhague. O objetivo é fazer uma síntese do conhecimento científico e das tecnologias já existentes ou em desenvolvimento que possam ser utilizados na mitigação das emissões de carbono e nas estratégias de adaptação às mudanças climáticas.

Fonte: Planeta Sustentável

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

DICAS PARA SER SUSTENTÁVEL

Você está comprometido em ajudar o Planeta?
Selecionamos algumas dicas para amenizar o impacto que causamos.
È só cada um fazer a sua parte no combate ao aquecimento global, que iremos reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

1- Use tijolo de solo-cimento (Ecológico) O processo de secagem ao sol confere a este produto o título de tijolo ecológico. Sem precisar ir ao forno, o uso deste tijolo em construções de casas médias poupam a queima de 60 árvores. Apesar do preço do milheiro do ecológico ser superior ao tijolo tradicional ainda é compensador devido a redução de gastos com cimento, madeira e, em muitos casos, massa corrida.
2- Use madeira com certificação de origem Compre apenas madeira com o selo que confere ao produto a extração sem a degradação de solo e o ambiente do local onde foi retirada. Em média este tipo de madeira custa 15% mais do que a madeira sem certificação de origem. Vale lembrar que não há diferença entre os dois tipos de madeira em termos de qualidade. Na hora de construir ou reformar
3- Tenha um sistema de energia solar para aquecer a água A instalação de um sistema de energia solar numa residência possibilita a redução de pelo menos 30% de energia elétrica. Em média, o investimento neste tipo de equipamento é recuperado em dois anos de economia na conta de luz .
4- Instale um sistema de captação de água de chuva A captação de água da chuva pode ser o seu maior aliado no futuro, cujas previsões são sombrias para o abastecimento de água. Outra vantagem é a economia na conta de água.
5- Instale uma estação doméstica de tratamento de esgoto Este tipo de estação permite a reutilização da água para tarefas que não exijam água límpida como é o caso de limpeza do quintal e lavagem de veículos. A estação é um tipo de sistema mais caro se comparado com o de captação de água da chuva. De acordo com os especialistas, se tiver que escolher, escolha o que armazena água da chuva. No dia-a-dia
6- Use lâmpada fluorescente Além de durar 10 vezes mais que uma lâmpada incandescente, a fluorescente consome 80% menos energia. Apesar de custar em torno de seis vezes mais que uma lâmpada comum, ainda compensa devido a sua alta durabilidade.
7- Feche a torneira ao lavar a louça A recomendação é ensaboar toda a louça primeiro e somente abrir a torneira para enxaguá-la. Saiba que 15 minutos de torneira aberta corresponde a mais de 240 litros de água. A mesma economia também pode ocorrer com o fechamento da torneira ao escovar os dentes e ensaboar o corpo no hora do banho. Outra dica é instalar arejadores nas torneiras da cozinha e dos banheiros, são baratos e podem gerar uma economia de 60%.
8 - Separe o lixo orgânico do reciclável Na cozinha, vale ter dois lixos, uma para depositar os restos de comidas e outra para o lixo que não é lixo como plásticos, papéis, metais e vidros. Esta simples atitude reduz a sobrecarga nos aterros sanitários além de reduzir o consumo de matéria-prima nas indústrias.
9- Use sacolas retornáveis na hora das compras Leve a sua própria embalagem de casa. Não traga para sua casa sacolas plásticas do supermercados ou feiras.
10- Dê preferência a eletrodomésticos com selo Procel O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) foi criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher produtos que oferecem alta eficiência energética.
11- Prefira produtos naturais Todo produto industrializado exige , em sua fabricação, o consumo de grandes quantidades de energia. Isto implica na emissão de toneladas de CO2 na atmosfera. Pense nisso.
12 - Plante árvores e plantas As árvores tem o poder de "sequestrar" o carbono da atmosfera. Plante quantas unidades puder seja no quintal de sua casa, em vasos, na praça próxima de sua casa ou trabalho.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O planeta está ameaçado pela poluição

A sujeira se acumula no Lixão do Pacífico

Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o Lixão do Pacífico. Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem, se acumulam num lugar que já foi um paraíso. Um oceano de plástico, uma sopa intragável, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí e que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. É o Pacífico, o maior dos oceanos, agredido pela humanidade onde a humanidade raramente chega. Há plástico e plâncton, lixo e alimento, tudo misturado. Poluindo o paraíso, confundindo as aves, criando anomalias - como a tartaruga que cresceu com um anel de plástico em volta do casco - e matando os moradores do mar. Mas qual será afinal o tamanho exato gigantesca massa de lixo que se acumula no Oceano Pacifico? Será que a gente ainda tem tempo para limpar tudo isso? E os animais? Se adaptam ou sofrem as consequências? Charles Moore viajava pelo Pacífico, entre o Havaí e a Califórnia, quando resolveu arriscar um novo caminho. "Foi perturbador. Dia após dia não víamos uma única área onde não houvesse lixo. E tão distantes do continente”, lembra o capitão. Como um descobridor nos tempos das Navegações, Charles Moore foi o primeiro a detectar a massa de lixo. E batizou o lugar de Lixão do Pacífico. Primeiro, viu pedaços grandes de plástico, muitos deles transformados em casa para os mariscos. Depois, quando aprofundou a pesquisa, o capitão descobriu que as águas-vivas estavam se enrolando em nylon e engolindo pedaços de plástico. O albatroz tinha um emaranhado de fios dentro do corpo. "Antes não havia plástico no mar, tudo era comida. Então os animais aprenderam a comer qualquer coisa que encontram pela frente. Você pode ver que eles tentaram comer isso [pedaço de embalagem]. Mas não conseguiram", diz o capitão. Com a peneira na popa, o capitão e sua equipe filtram a sopa de plástico e fazem medições. Já descobriram, por exemplo, que 27% do lixo vem de sacolas de supermercado. Em uma análise feita com 670 peixes, encontraram quase 1,4 mil fragmentos de plástico. São informações valiosas, fonte de pesquisa e argumentos para a grande denúncia de Charles Moore: "Gostaria que o mundo inteiro percebesse que o tipo de vida que estamos levando, isso de jogar tudo fora, usar tantos produtos descartáveis, está nos matando. Temos que mudar, se quisermos sobreviver." Um gesto despreocupado, uma simples garrafa de plástico esquecida em uma praia da Califórnia. Muitas vezes ela é devolvida pelas ondas e recolhida pelos garis. Mas grande parte do material plástico que é produzido nessa região acaba embarcando em uma longa e triste viagem pelo Oceano Pacifico. Pode ser também depois de uma tempestade. O plástico jogado nas ruas é varrido pela chuva, entra nas galerias fluviais das cidades e chega até o mar; ou vem de rios poluídos que desembocam no oceano. No caminho, os dejetos do continente se juntam ao lixo das embarcações e viajam até uma região conhecida como o Giro do Pacífico Norte. Diversas correntes marítimas que passam às margens da Ásia e da América do Norte acabam formando um enorme redemoinho feito de água, vida marinha e plástico. Mas, outra vez uma tempestade, um vento forte, talvez, e parte do lixo viaja para fora da sopa, até uma praia distante. Estamos numa praia linda e deserta de uma região praticamente desabitada do Havaí. Não era para ser um paraíso ecológico? Mas Kamilo Beach recebe tantos dejetos marítimos que acabou virando um lixão a céu aberto. Basta procurar um pouquinho para entender a origem de todo o plástico que chega até a praia. Em uma embalagem, caracteres chineses. Uma bóia de pescadores provavelmente veio do Japão. Um pouco mais adiante, há o pedaço de um tanque de plástico com ideogramas coreanos. E olha que Kamilo Beach está mais de 1 mil quilômetros distante do Lixão do Pacífico, no extremo sudoeste da ilha de Hilo, no Havaí. Kamilo Beach dificilmente vê um gari. O plástico que chega lentamente pelo mar vai ficando esquecido no paraíso. Há dois anos, depois que se mudaram para cá, Dean e Suzzane Frazer resolveram fazer de Kamilo um alerta planetário. Suzanne pergunta: "Será que o governo japonês, por exemplo, sabe quanto plástico o Japão está mandando para o Havaí?" Dean vem trazendo um galão que, sem dúvida, chegou da Ásia. Tem também tubo de shampoo usado nos Estados Unidos e sacos de plástico sabe-se lá de onde. Agora, são todos farrapos do mar. As mordidas impressas no plástico levaram os ambientalistas a mudar de alimentação. "O que acontece é que as toxinas estão se acumulando ao longo da cadeia alimentar. Os predadores no topo da cadeia, que somos nós, estamos comendo plástico também", alerta Suzzane Fraser. O casal toma notas, calcula as quantidades, recolhe o equipamento de pesca para saber os pesos e as medidas de cada tipo de poluição. Não é pessimismo. Por enquanto, praticamente nada está sendo feito e não dá para dizer que existe um ou outro culpado. Estamos todos com as mãos completamente sujas de plástico. Maldivas têm ilha só de lixo Haveria depósito de lixo em cinco régios dos oceanos. Nas Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, uma nova ilha está sendo criada. É uma ilha de lixo. Em pouco menos de duas décadas, a ilha já tem 50 mil metros quadrados e abriga indústrias e depósitos. Caminhões chegam em barcos o tempo todo. O lixo orgânico é queimado na hora. Garrafas de plástico e pedaços de metal são separados e exportados para Índia, onde são reciclados. O resto forma a base do território que avança sobre o oceano. O nativos das Maldivas se recusam a fazer esse tipo de trabalho. Eles ganham mais se passarem o dia inteiro na praia, só pescando. Por isso, os trabalhadores do lixão são 150 imigrantes de Bangladesh, que aceitam trabalhar ganhando o equivalente a US$ 60 e US$ 100 por mês. A maior parte do lixo vem da capital, Malé, que concentra 100 mil habitantes, um terço da população do país. Mas os 10 mil turistas que visitam as ilhas por dia provocaram uma explosão na produção de lixo e a criação da ilha das Maldivas que ninguém quer visitar.

REPORTAGEM DO FANTÁTICO DE 15/02/09 - http://fantastico.globo.com/

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Ministério do Meio Ambiente bane o uso do amianto

Portaria do Ministério do Meio Ambiente proíbe o uso de amianto em qualquer construção ou bem adquirido pelo Ministério do Meio Ambiente e de seus órgãos vinculado: Instituto Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto de Pesquisas Jardim Bptânico do Rio de Janeiro (JBRJ). O anúncio foi feito nesta quinta-feira (29/01/2009) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, no Fórum Social Mundial, em Belém.
A portaria bane também o uso de qualquer produto que tenha fibra de amianto. A medida visa proteger a saúde dos trabalhadores que ficam expostos ao amianto regularmente no dever de sua função, evitando que contraiam doenças como asbestose (doença crônica pulmonar que provoca endurecimento do órgão), câncer de pulmão e mesotelioma de pleura (membrana que reveste o pulmão), pericárdio (membrana que reveste o coração) e peritônio (membrana que recobre a cavidade abdominal.
Quatro estados brasileiros já haviam tomado a decisão de proibir o uso de amianto. "É um passo a mais na nossa luta de muitos anos. É preciso que, através de ações, a sociedade pressione e lute pelo banimento completo desse produto no Brasil. Não queremos fechar as indústrias, mas que elas troquem as tecnologias sujas por limpas, como já acontece nos países europeus", defendeu o ministro.
Como alternativas ao uso do amianto na produção de caixas-d'água, lonas e pastilhas de freio de carro, telhas e pisos, tinta e tecidos antichamas, entre outros, estão as fibras minerais e sintéticas.
O utilização do amianto é proibida em 48 países, e em sete estados brasileiros. Segundo Minc, o Ministério da Saúde deve ser o próximo a tomar a mesma iniciativa.

(Fonte: Yahoo!)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O FUTURO DA ÁGUA POTÁVEL

Relatório de Davos alerta para risco de falta d'água

02 / 02 / 2009

O mundo corre o grave risco de sofrer com a falta de água doce, em conseqüência do aumento constante da demanda, que chega a crescer em um ritmo mais rápido do que a população mundial, alertou na sexta-feira (30) um relatório publicado no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça).

"Em menos de 20 anos, a falta d'água poderá fazer com que Índia e Estados Unidos percam a totalidade de suas colheitas", afirmam os autores do estudo, destacando que, paralelamente, a demanda por alimentos explodirá.

Segundo o relatório, muitos lugares do mundo estão a ponto de esgotar suas reservas de água, sobretudo em conseqüência de uma política especulativa por parte dos governos ao longo dos últimos 50 anos.

"No futuro, o mundo não poderá simplesmente administrar a questão da água como tem feito no presente", estima o texto.

Cerca de 40% dos recursos aqüíferos dos Estados Unidos são destinados à produção energética, enquanto apenas 3% vão para o consumo doméstico.

As necessidades de água para produzir energia devem aumentar 165% nos Estados Unidos e 130% na União Européia, de acordo com o estudo.

Além disso, o relatório calcula que, no atual ritmo de derretimento, a maioria das geleiras do Himalaia e do Tibet terão desaparecido até 2100, e que 70 grandes rios do mundo secarão devido aos sistemas de irrigação. (Fonte: Yahoo!)

Se você tem alguma sugestão? Deixe seu comentário

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

ENCONTRO COM ANA SOBRAL

Lembre-se de postar a sua receita sustentável e concorra a nossa camisa símbolo da SUSTENTABILIDADE.












Ontem no começo da tarde estivemos com a Artista Plástica Ana Sobral, que nos recebeu com o acolhimento e a simplicidade de alguém que entende do que faz. Conversamos durante algumas horas e não tínhamos vontade de nos levantar para ir embora. Ela falou sobre os seus trabalhos e é claro que como era de nosso interesse, ela explicou melhor sobre os trabalhos que ela realizava com os novos grupos sociais (como: detentos e familiares nos presídios Lemos de Brito e Hélio Gomes, comunidades carentes / favelas - RJ e aos pacientes do Pinel / RJ) cabe ressaltar que no presídio Lemos de Brito o projeto de Reciclagem artesanal de Papel foi dado continuidade pelos próprios detentos, que criaram uma oficina permanente com funcionamento de segunda à sexta-feira / no horário de 9 às 17 horas. Produzindo papel artesanal e comercializando dentro e fora do presídio ( tal ação gerou importantes projetos sociais,fortalecendo em especial o CISC - Centro de integração Social e Cultural,em Tribobó / São Gonçalo ), Ronaldo Monteiro ex aluno da oficina de reciclagem artesanal de papel - presídio Lemos Brito hoje egresso do sistema carcerário é um novo emprendedor social da Ashoka e diretor do CISC e da proposta IEE Incubadora de Empreendimentos para Egressos." Não podemos deixar de observar e registrar a importância social deste projeto, pois é notório a mudança no comportamento de cada um dos envolvidos no mesmo, quer internos classificados ou que tenham os seus familiares no local, participam da atividade...
Bem queríamos que o nosso projeto de sustentabilidade tivesse um perfil que abrangesse o sócio-ambiental e acreditamos que estamos caminhando através dessa parceria que fizemos com a Ana.
Se você teve interesse pelo trabalho da Artista Plástica e Educadora Ambiental Ana Sobral, deixe o seu recado com e-mail aqui, que ela entrará em contato com vocês.
Fica para reflexão uma frase de Manoel Barros, deixada por Ana Sobral
"Fazer o desprezível ser prezado é coisa que me apraz".

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Visita a Ana Sobral

Estivemos com a Artista Plástica e Educadora Ana Sobral.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

RECEITA SUSTENTÁVEL

Lembre-se de postar a sua receita sustentável e concorra a nossa camisa símbolo da SUSTENTABILIDADE.

Estudo lista mudanças de hábitos que ajudam a combater aquecimento global

BRUXELAS (AFP) - Comer menos carne, limitar as viagens, aceitar o calor no verão e o frio no inverno: mudanças de hábitos também ajudam a combater o aquecimento global, segundo um estudo apresentado nesta segunda-feira em Bruxelas.
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"Modificar os hábitos será complicado", admitiram os especialistas da consultoria McKinsey neste estudo, apresentado na presença do comissário europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas.
Contudo, segundo eles, estes pequenos gestos do dia a dia podem permitir evitar rejeitar na atmosfera 3,5 a 5 bilhões de toneladas de gás carbônico daqui a 2030.
O estudo lista 200 ações possíveis para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, entre os quais o CO2, e limitar o aquecimento do planeta a 2 graus Celsius em 2030.
"Reduzir o número de viagens de negócios e os deslocamentos privados, trocar o carro pelo trem, aceitar diminuir o ar condicionado ou o aquecedor e limitar o consumo de carne", são algumas opções, segundo os autores do estudo.
Entretanto, a maior parte dos esforços deve se concentrar na eficiência energética nos transportes e na construção, no desenvolvimento de fontes de energia não fósseis, como os biocombustíveis, e no combate ao desmatamento.
"O custo do esforço para o mundo deve ser de 200 a 350 bilhões de euros por ano até 2030, e permitirá evitar rejeitar 38 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera" durante este período, segundo o estudo.
"A Comissão Europeia vai apresentar quarta-feira propostas e financiamentos" para a cúpula de Copenhague sobre o clima, prevista para dezembro deste ano, lembrou o comissário Dimas.
A Comissão deve recomendar um aumento progressivo dos investimentos com um objetivo: 175 bilhões de euros em 2020, entre os quais 30 bilhões para ajudar os países mais pobres nesse âmbito.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/090126/saude/eua_clima_meio_ambiente

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Temos um Presente para você que é GOURMET da Culinária Sustentável.

Demonstre como é possível utilizar integralmente os alimentos, como: cascas, folhas, carnes e etc... e concorra a uma camisa simbolo da sustentabilidade do Grupo Mattos e Mattos.
Crie receitas inovadoras, utilizando o que antes você jogava fora e hoje é uma delícia!

Envie para o nosso blog até o dia 20 de fevereiro de 2009 sua deliciosa receita!

As cinco melhores irão para a votação on line.

Participe!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A ARTE USADA PARA A INCLUSÃO SOCIAL

O principal resíduo reciclavel do Grupo hoje é o papel, como não queriamos somente juntar alguns quilos e vender, começamos a pesquisar o que poderiamos fazer com esse resíduo que poderia se tornar matéria prima para a reciclagem e reuso nas mãos de outros, em nossas pesquisas descobrimos uma Artista Plástica que desenvolve entre outros trabalhos o de incluir presos através da arte à sociedade, o trabalho dessa artista plástica nos pareceu bem interesante, por esse motivo estamos agendando com ela uma entrevista onde ela poderá contar um pouco mais da história desse projeto.
Fica aqui alguns pedidos para a equipe.
  • O papel não será mais tratado como lixo, agora ele será guardado para servir de matéria para o trabalho desse projeto.
  • Quem utilizar filtro de café, traga o filtro seco após ter usado e lavado em água corrente,
  • Deixe registrado seus comentários, isso é importante para desenvolvermos um trabalho melhor.

Agora é só agendar e esperar a entrevista com a artista plástica Ana Maria Sobral.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

COMO AGIR EM CASO DE ENCHENTES

Saiba como agir e ajudar diante de novas enchentesAs enchentes que castigaram o estado de Santa Catarina, as regiões sul de Minas Gerais e norte do Rio de Janeiro, neste fim de ano, provocando dezenas de mortes, milhares de desabrigados e muita destruição, voltaram a despertar a apreensão dos brasileiros.A previsão, de acordo com os serviços de meteorologia, é de que, a exemplo de anos anteriores, o verão de 2009 seja marcado por períodos de fortes chuvas e inundações em várias localidades. Assim, e paralelamente à ação das autoridades e à solidariedade dos cidadãos, é necessário que as pessoas que morem em áreas de risco, ou em bairros e comunidades já atingidos por alagamentos e deslizamentos, adotem cuidados específicos para não correrem riscos.
Outras medidas de segurança que devem ser tomadas
Tenha um lugar previsto, seguro, onde você e sua família possam se alojar no caso de uma inundação;
Desconecte os aparelhos elétricos da corrente elétrica para evitar curtos circuitos nas tomadas;
Não use equipamentos elétricos molhados ou em locais inundados. Há risco de choque elétrico e curto-circuito;
Não construa próximo a córregos que possam inundar;
Não construa em cima de barrancos que possam deslizar, carregando sua casa;
Não construa embaixo de barrancos que possam deslizar, soterrando sua casa;
Feche o registro de entrada d'água;
Retire todo o lixo e leve para áreas não sujeitas a inundações; e
Feche bem as portas e janelas.
Outras medidas de segurança que devem ser tomadas
Tenha um lugar previsto, seguro, onde você e sua família possam se alojar no caso de uma inundação;
Desconecte os aparelhos elétricos da corrente elétrica para evitar curtos circuitos nas tomadas;
Não use equipamentos elétricos molhados ou em locais inundados. Há risco de choque elétrico e curto-circuito;
Não construa próximo a córregos que possam inundar;
Não construa em cima de barrancos que possam deslizar, carregando sua casa;
Não construa embaixo de barrancos que possam deslizar, soterrando sua casa;
Feche o registro de entrada d'água;
Retire todo o lixo e leve para áreas não sujeitas a inundações; e
Feche bem as portas e janelas. A seguir, algumas providências que devem ser observadas no caso de inundações e, também, por cidadãos que pretendam ajudar, fazendo doações em solidariedade às vítimas. As orientações são da Defesa Civil.Outras informações poderão ser obtidas no site:http://www.defesacivil.gov.br/desastres/recomendacoes/inundacao.asp.Clique aqui para localizar a Defesa Civil no seu estado:http://www.defesacivil.gov.br/sindec/estados/index.asp
Existem diferentes tipos de inundação Inundações repentinas, bruscas ou enxurradas, que ocorrem em regiões de relevo acentuado ou montanhoso, como na região Sul do país. Acontecem pela presença de grande quantidade de água num curto espaço de tempo.São freqüentes em rios de zonas montanhosas com bastante inclinação, vales profundos e muitas vezes as águas de chuva arrastam terra sem vegetação devido aos deslizamentos nas margens dos rios. A grande quantidade de água e materiais arrastados representam, à medida que escoam, grande poder destruidor.Inundações lentas ou de planície. Nas enchentes, as águas elevam-se de forma paulatina e previsível; mantêm-se em situação de cheia durante algum tempo e, a seguir, escoam-se gradualmente.Inundações em cidades ou alagamentos.
Alagamentos: a culpa nem sempre é das chuvas Nos alagamentos, o extravasamento das águas depende muito mais de uma drenagem deficiente, que dificulta a vazão das águas acumuladas, do que da intensidade das chuvas.O fenômeno relaciona-se com a redução da infiltração natural nos solos urbanos, em geral, provocada por:
compactação e impermeabilização do solo;
pavimentação de ruas e construção de calçadas, reduzindo a superfície de infiltração;
construção adensada de edificações, que contribuem para reduzir o solo exposto e concentrar o escoamento das águas;
desmatamento de encostas e assoreamento dos rios que se desenvolvem no espaço urbano; e
acumulação de detritos em galerias pluviais, canais de drenagem e cursos d'água; insuficiência da rede de galerias pluviais.
Cuidados com o lixo são fundamentais para ajudar a evitar inundações
Jogue o lixo no lixo. Não jogue lixo em terrenos baldios ou na rua. Não jogue papel e lixo na rua;
Não jogue sedimentos, troncos, móveis, materiais e lixo que impedem o curso do rio, provocando transbordamentos;
Não jogue lixo nos bueiros (boca de lobo), para não obstruir o escoamento da água; e
Limpe o telhado e canaletas de águas para evitar entupimentos.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Programa ambiental da Inglaterra estimula carro elétrico

"São carros elétricos, energia eólica e aproveitamento da água da chuva. Investimentos em tecnologia para um mundo mais limpo crescem ano após ano.
Marcos Losekann
Eastbourne, Inglaterra
Alguns países começam a mudar a história. Um exemplo é a Inglaterra. No passado, foi responsável por uma imensa quantidade de emissões tóxicas à atmosfera. Hoje, tem um dos programas ambientais mais ousados entre os países ricos. São carros elétricos, energia eólica e aproveitamento da água da chuva. Os investimentos em tecnologia de ponta para um mundo mais limpo crescem ano após ano. É o que mostram os repórteres Marcos Losekann e Sergio Gills, na segunda reportagem especial sobre as cidades verdes.
O carro só tem combustível para rodar mais três quilômetros e o dono procura por um poste. É isso mesmo. Nesse caso, é um poste mesmo, e não um posto de combustível. Afinal, o carrinho é movido à eletricidade. Basta conectar o veículo à tomada em um dos 100 postes instalados pelo governo britânico para facilitar a vida dos primeiros dois mil motoristas que decidiram embarcar na novidade. Um carrinho com lugar para duas pessoas pertence ao enfermeiro Luciano Cardoso, um brasileiro que mora em Londres há 12 anos: “o meu carro é zero de poluição. Ele é famoso aqui na Inglaterra por isso. A vantagem é que na Inglaterra você não paga IPVA do carro, você não paga uma taxa de congestionamento que é paga para entrar no centro, você não paga para estacionar no centro. Aqui, no centro, é muito caro para você estacionar um carro. Com meu carro, eu não preciso pagar nada”, afirma. É como recarregar a bateria de um celular. Com uma vantagem: é de graça. Os postes foram instalados pelo governo para incentivar um ambicioso projeto ecológico: ter, até 2030, metade da frota do país movida por combustíveis não poluentes. É um projeto que combina com outro, não menos grandioso: iluminar 100% das casas britânicas com a força do vento - a chamada ''energia eólica''. Tudo isso é resultado da preocupação, cada vez maior, dos britânicos com o futuro do meio ambiente. Uma dor de cabeça que levou o arcebispo de Canterbury, líder da Igreja Anglicana, a produzir um vídeo batizado de ''Deus não produz resíduos''. Pela internet, Rowan Willians espera convencer as pessoas a reciclar o lixo. O que os mais céticos chamam de ''paranóia ambiental'' contagiou os britânicos, principalmente, depois que os jornais publicaram reportagens sobre o risco que vários patrimônios históricos e naturais correm por causa das mudanças climáticas. A denúncia foi feita pelo National Trust - uma ONG com 3,5 milhões de doadores, responsável pela conservação dos principais monumentos construídos pelo homem ou esculpidos pela natureza. Um paredão gigante - ou cliff em inglês -, que cerca quase toda a ilha da Grã-Bretanha, é uma das principais características desse país. É um cartão-postal ameaçado, segundo os ambientalistas, pelas mudanças climáticas. O mar sobe, avança e engole, em média, um metro de paredão por ano. A prova, segundo o conselheiro do National Trust, Phil Dyke, é um prédio que ficava longe do barranco. Agora, resta só metade da construção. A outra parte foi devorada pelo mar. No mapa, Phil Dyke mostra a costa sul da Grã-Bretanha que, segundo ele, está completamente ameaçada. Em busca de soluções, cada vez mais, os britânicos correm atrás de novidades que, às vezes, parecem uma volta ao tempo.
Um condomínio na periferia de Londres não tem ar condicionado, aquecimento central, gás de cozinha nem energia fornecida por companhias de eletricidade. Pode não parecer, mas é modernidade pura. Placas que captam energia solar substituem os vidros das janelas. O gás é produzido com o esgoto e o lixo do próprio condomínio. O recheio das paredes, feito de estopa e papel picado, garante o calor no inverno. No verão, gigantescos tubos no telhado sugam e distribuem ar fresco pela casa. A água é encanada, mas da rua só vem quando não cai do céu. No porão, um tanque guarda água da chuva. “A natureza depende de atitudes assim. Faz parte do mundo moderno”, explica o morador de uma das casas. O primeiro condomínio inteiramente ecológico foi inaugurado há apenas 6,5 anos. A cada dia, vira sonho de consumo de mais e mais pessoas. Afinal, não é em qualquer casa que aparece de repente uma raposa. No jardim suspenso do condomínio ecológico, quem mora é a própria natureza."

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

CAMISETAS

Eta equipe boa!
Um falou sobre uma idéia, logo após alguém já estava passando para o papel o que ouviu, outro já comprou camisas para deixar essa idéia impressa como alerta, enquanto isso outros buscaram locais para concretizarem o impresso nas camisas e assim foi acontecendo até que, ficaram prontas as nossas camisas.
Nós iremos postar a foto delas, após o dia 26 de dezembro que será a nossa festa de fim de ano. Esteja a vontade para fazer críticas e ou elógios, só assim estaremos cada vez mais unidos para defender e auxiliar um planeta tão lindo como o nosso.
Junte-se a nós.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Exemplo de agricultura sustentável

"Nova Friburgo é exemplo de
desenvolvimento rural sustentável

Situada na Região Serrana do nosso Estado, Nova Friburgo é um dos
maiores produtores de hortaliças, legumes, frutas e flores do Brasil, com
destaque ainda para a produção de leite de cabra e suínos e uma queijaria
escola de referência nacional.
A sede do município situa-se a 860m de altitude, sendo algumas localidades
chegando a 1.500 m e o seu pico culminante é endo algumas localidades ola
mento rural sustenta com a chegada da EMBRAPA - Empresa der po Pico do Caledônia
com 2.114 metros. Com um relevo bastante acentuado, temperatura média de
verão 24°C e no inverno 18°C, podendo chegar a 1°C no inverno, sendo muito
comum a presença de geadas.
Neste cenário, 2.500 produtores rurais cultivam 114 itens, sendo a couve flor
o maior destaque com 32mil toneladas/ano, o que torna o município o maior
produtor mundial do produto. A floricultura se apresenta com uma significativa
produção, onde 194 produtores de flor colocam o município como o maior produtor
de flor de corte do Estado e o 2º maior do Brasil.
Um dos maiores desafios para o ordenamento desta gigantesca produção era
aumentar a percepção do produtor rural para o associativismo, onde de forma
coletiva pudessem discutir seus problemas.
No ano de 2000, o município possuía cinco associações de produtores rurais,
onde os presidentes sequer se conheciam e nenhuma política pública era aplicada
ao setor. A partir do ano de 2001, promovemos uma verdadeira revolução no
município, implantando uma série de ações de políticas públicas concretas que
hoje servem de modelo para todo o Brasil. Inicialmente foi realizado o CGPR -
Cadastro Geral de Produtor Rural, onde através de um riquíssimo questionário se
fez um levantamento de toda a produção agrícola do município, número de produtores,
quanto produz, para quem produz e suas maiores dificuldades.
Deste CGPR, resultou a criação de cinco Programas Municipais: Frutificando,
Associar, Pró-orgânico, Pró-rural e Meu talão, implantados a partir de demandas
verdadeiras levantadas junto às comunidades rurais. Foi criada ainda a Festa da
Flor, que está na sua 8ª Edição e hoje é o maior evento da floricultura no nosso
Estado.
Dentro da proposta do Associativismo Rural e o Desenvolvimento Sustentável,
o município hoje possui o CMDRS - Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural
Sustentável, extremamente atuante, onde os presidentes de associações apresentam
suas reivindicações e dentro da realidade da Secretária Municipal de Agricultura
os pleitos são atendidos. Todas as ações da Secretaria são direcionadas pelo
CMDRS. O município possui hoje 30 associações de produtores rurais, com seus
estatutos e CNPJ e comparece em todas as reuniões um observador membro do
CMDRS para acompanhar os trabalhos, e os demais presidentes são sempre convidados
a participar das reuniões de outras associações. Ao final do ano, aquelas
associações que cumprirem as instruções do CMDRS são certificadas pelo mesmo.
O modelo associativista implantado no município trouxe grandes avanços
para a implantação de uma grande estruturação agrária, onde os produtores rurais,
de forma organizada, encaminham as suas demandas para o poder público
municipal, recebem informações atualizadas de suas cadeias produtivas, a respeito
do cultivo de novas variedades, assistência técnica e as inovações tecnológicas para
os seus cultivos.
Um grande avanço foi conseguido pela política associativista, implantada pela
Secretaria Municipal de Agricultura com a chegada da Embrapa - Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária, sendo criado a NPTA - Núcleo de Pesquisa e Treinamento
para Agricultores. Os agricultores familiares agora possuem esta fundamental
ferramenta para transferência de tecnologias geradas pela empresa de
pesquisa e com uma inovação: a pesquisa é feita sobre algum evento que acomete
um produto de grande importância econômica. Alguns produtores com perfis
específicos são selecionados e inicia-se o trabalho.
Toda essa engrenagem é coordenada pelo Programa Associar - Programa
Municipal de Apoio ao Associativismo, que em parceria com as associações de
agricultores familiares, conseguiu tornar o município um modelo para o desenvolvimento
rural sustentável. Nova Friburgo hoje tem a maior rede associativista municipal
do Brasil."

Autor: Zootecnista Selmo de Oliveira Santos
Secretário Municipal de Agricultura de Nova Friburgo


Fonte:Jornal do Conselho de Medicina Veterinária - RJ http://crmvrj.org.br/jornal/artigos/jornalnov2008.pdf